Mostra de fotografia foca em grafites feitos na cidade

O projeto “Entre Cores e Utopias” abre exposição de fotografias que registram grafites feitos pelo DF com fotografias de Juliana Torres e curadoria de Renata Almendra- pesquisadora e idealizadora do projeto que já lançou um livro homônimo. Agora as imagens ganham espaço no Museu Vivo da Memória Candanga (MVMC) até 25 de maio.

A abertura da mostra ocorre neste sábado (6), de 10 às 13 horas e vai contar com grafites ao vivo executados por artistas selecionados por meio de edital aberto ao público. A parada de ônibus em frente ao MVMC ganha a arte de Carli Ayô e a guarita do espaço recebe o trabalho de Rivas. O público ainda pode participar de uma oficina gratuita com Ju Borgê que rola durante todo o evento.

A exposição
São mais de trinta imagens que traçam um passeio por grafites feitos em Brasília e seus arredores. Um convite para olhar a capital do Brasil e as cidades à sua volta de uma outra forma, em uma rota que percorre espaços urbanos e arquitetônicos sob uma ótica que difere da constante ordem atribuída à cidade tombada como Patrimônio Histórico e Cultural da Humanidade.

“Os grafites, assim como outros movimentos urbanos culturais existentes em Brasília, mostram uma cidade que está sendo desmistificada e ocupada de forma livre e criativa por seus moradores”, diz a autora do livro Renata Almendra.

Giovana Camejo

Exposição gratuita em Maceió une poesia e fotografia

Uma exposição gratuita no Complexo Cultural Teatro Deodoro, no centro de Maceió, vai unir poesia e fotografia. A abertura da mostra “FOTOgrafandoPOESIA” acontece nesta quinta-feira (4), a partir das 19h.

A exposição é resultado de uma oficina de produção fotográfica com base na poética, realizada em Maceió, de julho a novembro de 2018. Poetas e fotógrafos se encontraram para promover o diálogo da escrita com a imagem, objetivando a produção de conteúdo poético.

A mostra vai estar em cartaz até 30 de abril e pode ser visitada de segunda a sexta-feira, das 8h às 17h. O agendamento para grupos de escolas e instituições pode ser feito pelo (82) 98884-6885 ou pelo escolasditeal@gmail.com.

Foram reunidos trabalhos de seis fotógrafos: Dilma Marinho, Gabi Coêlho, João Dionísio, Jorge Vieira, Lia Santos e Lucyelma, inspirados em poemas de autores alagoanos contemporâneos.

“Nós abrimos, no mês passado, a exposição Silêncio, que também é uma coletiva de fotógrafos no primeiro piso do Complexo Cultural Teatro Deodoro, e, agora, completamos o circuito fotográfico, no mezanino, com FOTOgrafandoPOESIA. Nós temos excelentes fotógrafos em Alagoas. É uma arte que vem crescendo e que precisa de espaço. Convidamos o público para que prestigie a mostra”, enfatizou Sheila Maluf, diretora presidente da Diretoria de Teatros do Estado de Alagoas, Diteal.

Giovana Camejo

Fotografia da cidade

A fotografia das grandes metrópoles é uma arte que visa capturar um instante de uma perspectiva corriqueira, mas que não é apreciada devido as pessoas da cidade não terem interesse e tempo para apreciar.

No mundo caótico em que vivemos, não olhamos para a verdadeira face de nosso mundo em quem nos mesmos vivemos. Devido a isso a fotografia da cidade tenta trazer lugares que passamos, mas nem notamos a bela obra de arte viva e translucida que nós passamos sem ao menos ter a consciência que lá esta.

Enzo

Fotografia da natureza

A natureza é cultuada muito mesmo antes dos fotógrafos contemporâneos que capturam imagens da natureza, um período que ficou simbolizado por isso foi o romantismo no Brasil por meio do século XIX que cultuava a natureza (fauna e flora). Isto ocorreu devido ao Brasil estar em um processo de convívio entre os escritores que eram os imigrantes vindos ao pais e os nativos que viviam em nossa natureza.

Hoje a fotografia sobre a natureza é voltada mais para o padrão estico e de adoramento da natureza, ela consiste em fotografar momentos tanto de animais quanto de plantas. É focada em capturar fenômenos e agentes naturais.

A apreciação desta arte é devido a isso não retratar o dia a dia de muitas pessoas que não tem contato com a verdadeira face da terra, e com a arte das fotos podemos nos aproximar mais da natureza.

Enzo Aoki