Saiba como deixar suas fotografias de viagem ainda mais bonitas

O que é mais importante: fazer um tour por uma atração turística ou publicar uma foto que “bombe” nas redes sociais ? De acordo com um levantamento realizado pelo site de busca de hospedagem Hoteis.com com 500 viajantes brasileiros, 41,4% preferem colecionar curtidas a visitar um ponto de interesse durante as férias. Outra pesquisa recente, esta da Booking.com, mostra que 28% dos 21.500 entrevistados em 29 países admitem que se hospedar em propriedades atraentes, onde possam tirar foto para publicarem em suas redes, é algo que eles têm em mente ao escolherem uma acomodação.

Os números só reforçam a sensação de que a fotografia se tornou parte fundamental da viagem , sobretudo com a popularização de smartphones que não fazem feio perto de câmeras tradicionais.

Luz exterior

Linguagens e equipamentos diferentes, mas que dependem igualmente do olhar e de algumas regrinhas básicas de fotografia, como se posicionar com o sol às costas, deslocar o objeto da foto para os cantos ou usar algum componente para criar uma noção de perspectiva (como linhas de uma estrada ou montanhas, e pessoas em contraste com a paisagem).

Fotografar nas primeiras horas após o amanhecer e pouco antes do pôr do sol é outra dica importante. Quanto mais perto do meio-dia, mais difícil encontrar um equilíbrio entre luz e sombra. E, em caso de selfies, o recomendável é levantar um pouco o braço, para pegar o rosto de cima para baixo.

Outra regra de ouro é aproximar a lente do objeto ou do personagem a ser fotografado.

— Em fotos em pontos turísticos, é muito comum a pessoa fotografada estar pequenininha lá no fundo — avalia a fotógrafa Márcia Foletto — A vontade de mostrar tudo é o caminho para deixar a foto confusa. Costumo dizer aos amigos: “Enquadre a pessoa na frente do cenário; e quando achar que já está bom, dê cinco passos para a frente.”

Planejamento é tudo

Mesmo para quem clica apenas por prazer ou vontade de eternizar um momento, planejamento é importante, como defende Custodio Coimbra, também do time fotográfico do jornal.

— Uma dica é pesquisar o local antes de viajar, para saber o que dali é realmente único, algo que pertença à cultura local, e que vai render uma imagem interessante — sugere ele. — Também vale pesquisar outras imagens já feitas naqueles locais que escolher. Não para copiar, é claro, mas para ver, por exemplo, o posicionamento do sol, como é a a luz, que ângulos vale tentar.

GUIA RÁPIDO DE FOTOGRAFIA

1- Fique a favor do sol

Posicione-se sempre com a fonte de luz (o sol,uma luminá-ria) às suas costas. A não ser que o efeito desejado seja exatamente o contraluz.

2- Chegue bem perto

Retratos ficam melhores com a câmera mais próxima da pessoa.

3-Fuja do centro

Para uma imagem mais atraente e menos convencional, tente colocar seu tema fora do centro do quadro (habilitar a grade de alinhamento nas configurações da câmera pode ajudar).

4- Mude o ponto de vista

Tente ângulos diferentes. Para clicar cachorros, por exemplo, abaixe o aparelho até a altura da linha de visão do animal.

5- Para o alto e avante

No caso de selfies, o ideal é posicionar a câmera um pouco mais para o alto.

6- De olho na geometria

Explore as linhas já existentes do cenário, como estradas, contornos de montanhas ou fachadas de construções, para dar uma noção de profundidade.

Como tirar melhor proveito da câmera do celular

Foi-se o tempo em que o equipamento fotográfico precisava ocupar parte significativa da bagagem do viajante. Mesmo fotógrafos profissionais já admitem dar férias a câmeras e lentes quando não estão trabalhando, e usar os celulares para registrar suas viagens com mais agilidade e menos peso.

Ana Branco, faz parte desse time. Ela usou basicamente seu iPhone em viagens recentes, seja a Alagoas ou à Itália:

— Celulares, com suas lentes grande angulares, são ótimos para fotografar paisagens amplas. Mas por serem leves e muito fáceis de carregar, são bons também para registrar detalhes que ajudam a contar a história de uma viagem.

Editar durante a própria viagem

Para ela, um efeito colateral da facilidade propiciada pela tecnologia é uma certa “compulsão de fotos”, com pessoas registrando praticamente tudo. A solução? Começar o processo de edição durante a viagem, elencando prioridades do que se quer clicar.

— A dica é pensar num álbum de fotos que você mostraria aos outros, ou que gostaria de ver — diz. — Se for a um museu, por exemplo, faça uma foto da fachada e outra com você e sua companhia em frente. Depois, dedique-se aos detalhes e a aquilo que só as imagens podem explicar.

Dedicar alguns momentos no final do dia para apagar as imagens repetidas, ou que não ficaram tão boas, também faz parte desse trabalho de edição, segundo a fotógrafa.

O que evitar

Apesar de reconhecer a qualidade técnica dos aparelhos modernos, ela lembra que eles têm limites. O zoom é o maior deles:

— Não use o zoom do celular. É a ferramenta da preguiça. As fotos não ficarão boas. Em vez disso, se aproxime daquilo que deseja fotografar. É melhor registrar o quadro mais aberto e depois, na edição, aproximar a imagem.

Também se deve evitar o flash, a não ser que a ideia seja fotografar alguém num ambiente escuro:

Também se deve evitar o flash, a não ser que a ideia seja fotografar alguém num ambiente escuro:

Em busca do clique perfeito

Assim como as lentes do celulares evoluíram, os recursos das câmeras compactas e semiprofissionais também melhoraram com os anos. Então, para ir além das fotos para exibir nas redes sociais, vale a pena investir nelas.  É o que garante Márcia Foletto, repórter fotográfica .

— Para imagens mais gerais, o celular funciona bem — avalia a profissional. — Mas se você quer pensar em detalhes, é importante ter lentes zoom diferentes, que conseguem alcançar amplitudes e ângulos maiores. Existem ótimas câmeras compactas com esses recursos, algo de que as lentes dos celulares não são capazes.

Estas características são fundamentais especialmente para situações mais adversas, explica Custodio Coimbra, também repórter fotográfico.

— Se você está fotografando algo em movimento, ou num local sem luz, é importante ter um equipamento que permita regular seus recursos com mais precisão.

Os principais são a velocidade em que o obturador abre e fecha, deixando passar a luz (o tempo do “clique”). E o diafragma, que é o diâmetro da abertura das lentes e que define a quantidade de luz que entrará na câmera. Quanto maior for a abertura, mais luminosa será a foto.

E para registrar aquele prato de comida especial, ou tirar foto em locais muito cheios, esses recursos ajudam? A seguir, os dois profissionais dão dicas de como fazer o melhor uso da câmera fotográfica nessas e em outras situações de viagem.

À noite

Mascarado durante a Festa do Divino em Prinópolis, no interior do Goiás: exemplo de fotografia no lusco-fusco ao anoitecer, por Custodio Coimbra Foto: Custodio Coimbra / Agência O Globo

Fotografias noturnas precisam de luz e foco. Dificilmente, o viajante estará com um tripé na mala. Então, a alternativa é escorar a câmera ou o celular em algum local e usar o timer. Assim, não há risco de tremer ao clicar, diz Márcia.

— Mas lembre-se de que a foto pode ficar muito mais interessante se for feita no “lusco-fusco”, quando o céu ainda não ficou completamente negro ao anoitecer. Pode ser uma boa observar o horário em que o sol se põe na cidade onde você está e planejar o momento ideal para se estar.

Em movimento

Pulando de parapente ou dentro de uma gruta? Nessas horas, a lente da câmera faz toda a diferença. Segundo Custodio, para locais de baixa luminosidade, além da velocidade e da abertura do diafragma, é importante calcular o ISO (a sensibilidade da lente) para que ela absorva o máximo de luz possível:

— Já para fotos em movimento, é preciso aumentar bastante a velocidade, porque isso evita que a foto fique tremida, sem foco. Nesses casos, quem puder investir numa lente grande angular não vai se arrepender.

Paisagem

A composição da luz ao amanhecer com a paisagem do Parque de Itatiaia, em registro de Márcia Foletto Foto: Márcia Foletto / Agência O Globo

Observar a posição do sol é fundamental, afirmam especialistas. O ideal é que o astro esteja bem atrás do fotógrafo, para que a imagem tenha uma luz uniforme. A regra básica, enfatiza Custodio, é lembrar: as três primeiras horas do dia (e as três últimas) são sempre as melhores para aproveitar a luz. E, embora a paisagem esteja ao fundo, evite que coisas desinteressantes apareçam na frente, alerta Márcia.

— Como é uma foto sem movimento, é preciso ficar atento à profundidade , fotografando com o diafragma mais fechado.

Uma foto de paisagem correta do ponto de vista técnico é, portanto, feita de um horizonte reto (sem cortar itens importantes), tem um elemento principal (em geral, em primeiro plano) e a exposição à luz é precisa, como esta ao lado.

—A dica é usar a chamada regra dos terços — lembra a fotógrafa Márcia Foletto. — Divida a imagem em duas linhas verticais e duas linhas horizontais. A interseção desses pontos é a área em que nosso olho tem mais atenção. Mantenha o assunto principal da foto nesses pontos.

Retratos

A melhor forma de fazer um retrato, sem perder o foco na pessoa e ainda assim mostrar o visual em torno, é se aproximar dela, enquadrando-a no centro ou na lateral.

— Uma das melhores posições é enquadrar a pessoa da cintura para cima, em plano americano, como chamamos. Assim, ela fica numa proporção harmônica com o fundo da imagem.

Jovem da aldeia Wasare, da tribo Parecis, em Campo Novo do Parecis, no Mato Grosso, fotografado por Márcia Foletto Foto: Márcia Foletto / Agência O Globo

Comida

Foto de gastronomia é um clássico nas redes, mas nem sempre funciona. Isso porque demanda precisão na luz e foco. Sim, dá um trabalhinho, mas vale a pena. O ideal é deslocar o prato e levá-lo para um local com uma fonte de luz. O fotógrafo deve se posicionar do lado oposto desse ponto de luminosidade. Se der, peça ajuda para alguém segurar um guardanapo branco e, ao seu lado, rebater a luz, o que vai direcioná-la para o foco da imagem, que é o prato em si.

— E simplificar a composição, sem muitos outros elementos, além da comida.

O zoom da câmera semiprofissional faz diferença. Usá-lo deixa a comida com mais volume e textura.

Aeroporto e avião

Fotos em aeroporto e avião exigem maior exposição à luz, pois costumam ser lugares escuros. O importante, por também serem espaços agitados, é ficar de olho no foco.

— Segurar a câmera com firmeza para não tremer ou apoiá-la em algum local firme e usar o timer são as melhores opções.

Quarto de hotel

Para uma foto do quarto, mostrando também a vista, a recomendação é fazer a imagem quando a luz acesa do quarto é igual à luz de fora. Isso acontece no amanhecer ou no entardecer.

— Em outros momentos, o que acontece é que o brilho fica muito forte, e perde-se a nitidez das cores — diz Custodio Coimbra.

Máquina Fotográfica: Linha do Tempo.

Máquina Fotográfica Antiga: Como Surgiu?

O francês Joseph Nicéphore Niépce utilizou placa de estanho, coberta com um derivado de petróleo fotossensível (chamado Betume da Judéia) para registrar a imagem. A fotografia – de sua janela – permanece preservada até hoje!

Em parceria com outro francês, Louis-Jacques Mandé Daguerre, Niépce iniciou em 1829 pesquisas para desenvolver um método e aparelho que realizasse este processo.

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Quem inventou a máquina fotográfica?

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Louis-Jacques Mandé Daguerre – inventor da primeira câmera fotográfica

Após dez anos de pesquisa, em 07 de janeiro de 1839, Louis-Jacques Mandé Daguerre apresenta o daguerreótipo na Academia Francesa de Ciência, em Paris.

Esta é considerada a primeira máquina fotográfica da história. Aprenda mais sobre ela:

A primeira máquina fotográfica

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Daguerreótipo, uma câmera rudimentar, foi construído a partir de uma caixa, completamente escura. Nela, estava uma placa de de ouro que, quando exposta em vapores de iodo, formava uma camada de iodeto de prata sobre si.

A placa era, então, revelada em vapor de mercúrio e tinha a imagem fixada com uma solução de tiossulfato de sódio.

Apesar de não possibilitar cópias das imagens produzidas, o aparelho se difundiu rapidamente pelo mundo.

A partir desta incrível inovação, muitos outros pesquisadores contribuíram através dos anos para otimizar o processo do registro de imagens.

Como funcionam as máquinas fotográficas antigas

As máquinas fotográficas antigas ficaram famosas por serem pouco acessíveis e difíceis de operar. Por muito tempo, também era raro obter imagens nítidas com estes aparelhos.

Mas porquê era tão difícil – e caro – tirar fotografias no passado?

Bem, isso tem muito a ver com o processo utilizado para registrar as imagens.

Veja como as máquinas fotográficas antigas funcionavam:

  1. Uma placa de metal – normalmente ouro – era exposta a vapores de iodo;
  2. Uma camada de iodeto de prata era formada sobre a placa, que era armazenada em uma câmara escura;
  3. Quando exposta à luz, a placa era revelada em vapor de mercúrio aquecido;
  4. O vapor de mercúrio aderia nos pontos da placa que foram expostos a mais luz, formando imagens;
  5. As imagens eram fixadas na placa por uma solução de tiossulfato de sódio.

Foi apenas em 1841 que as máquinas fotográficas antigas passaram a utilizar papel ao invés de metais. Estas câmeras tinham o seguinte funcionamento:

  1. O papel era impregnado com iodeto de prata e exposto à luz em uma câmara escura;
  2. A imagem era revelada com ácido gálico e fixada com tiossulfato de sódio;
  3. O resultado era um negativo da imagem;
  4. Este negativo era impregnado de óleo até tornar-se transparente;
  5. O positivo era produzido através do contato com papel sensibilizado.

Você provavelmente reconhece esse processo. Isso porque uma variação dele é utilizada nas câmeras de filmes até hoje!

Linha do Tempo da Máquina Fotográfica

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Confira agora uma linha do tempo contendo as mais importantes evoluções da máquina fotográfica antiga através dos anos:

1839 – 1900: As primeiras câmeras fotográficas

  • 1839, Daguerreótipo: primeiro equipamento fotográfico fabricado em escala comercial.
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Máquina Fotográfica Antiga: Daguerreótipo
  • 1840: Friedrich Voigtländer e John F. Goddard criam lentes com abertura maior e ressensibilizam a placa com bromo.
  • 1841: William Henry Fox Talbot lança o calótipo, processo mais eficiente de fixar imagens e o primeiro a utilizar papel e a registrar imagens negativas que, posteriormente, eram transferidas para outro papel em suas versões positivas.
  • 1860, Sutton Panoramic: foi a primeira câmera a fazer fotos panorâmicas através de uma lente grande angular, preenchida com água.
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Máquina Fotográfica Antiga: Sutton Panoramic
  • 1888, Kodak nº 1: primeira câmera a utilizar filme de rolo, destinada ao fotógrafo amador.
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Máquina Fotográfica Antiga: Kodak nº 1
  • 1897, Folding Pocket Kodak: primeira câmera de fole dobrável, trazendo mobilidade às câmeras profissionais.
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Máquina Fotográfica Antiga: Folding Pocket Kodak

1900 – 1950: Avanços tecnológicos fundamentais

  • 1903, Dr Miethe’s Dreifarben: primeira câmera a utilizar três cores.
Maquina Fotografica Antiga: Dr Miethe’s Dreifarben
  • 1910, Debrie Sept: primeira câmera a ser utilizada para sequências cinematográficas.
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Máquina Fotográfica Antiga: Debrie Sept
  • 1913, Ur-Leica: primeiro protótipo de câmera 35 milímetros, projetada por Oskar Barnack.
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Máquina Fotografia Antiga: Ur-Leica
  • 1924, Ermanox: criada pelo alemão Heinrich Ernemann e muito utilizada para o fotojornalismo.
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Máquina Antiga de Fotografia: Ermanox
  • 1932: Contax I: câmera 35mm, criada para competir com a Leica.
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Máquina de Fotografia Antiga: Contax I
  • 1933, Exakta: uma série de câmeras SLR fabricadas pela pioneira empresa alemã Ihagee Kamerawerk.
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Maquina Fotografica Antiga: Exakta
  • 1934, Kwanon: primeiro protótipo de câmera de 35mm do Japão, precedente da Canon como conhecemos hoje.
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Maquina Fotografica Antiga: Kwanon
  • 1936, Hansa Canon: primeira câmera 35mm fabricada em série do Japão.
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Máquina Fotográfica Antiga: Hansa Canon
  • 1947, Polaroid Model 95: primeira câmera instantânea com filme, da história, projetada por Edwin Land.
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Máquina Fotográfica Antiga: Polaroid Model 95
  • 1947, Stereo Realist: a câmera estéreo 35mm mais popular da história.
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Maquina Fotográfica Antiga: Stereo Realist
  • 1948: Nikon I: a primeira câmera da Nikon.
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Primeira máquina fotográfica da Nikon
  • 1950, Kapsa “Pinta Vermelha”: primeira câmera de fabricação brasileira.
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Kapsa : primeira câmera de fabricação brasileira

1950 – 1970: A fotografia toma o mundo

  • 1955, Sputnik: câmera estéreo média, fabricada na Rússia.
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Máquina Fotografica Antiga: Sputnik
  • 1958, Leica MP2: a primeira câmera com um motor elétrico acoplado.
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Câmera Fotográfica Antiga: Leica MP2
  • 1959, Canonflex: a primeira SLR da Canon.
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Câmera Fotográfica Antiga: Canonflex
  • 1960, Diana: câmera de baixo custo muito popular durante a década de 1960, utilizada para fazer fotografias impressionistas
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  • 1966, Rollei 35: a menor câmera 35mm fabricada em sua época, com cerca de 2 milhões de unidades produzidas
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Câmera Fotográfica Antiga: Rollei 35
  • 1967, Olympus Trip 35: a câmera compacta mais popular da década de 70.
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Maquina Fotográfica Antiga: Olympus Trip 35

1970 – 1990: A democratização da fotografia

  • 1972, Polaroid SX-70: primeira SLR a utilizar filme instantâneo.
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Máquina fotográfica: Polaroid SX-70
  • 1975, Kodak Sasson: protótipo da primeira câmera fotográfica sem filme da história.
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Maquina Fotográfica Antiga: Kodak Sasson
  • 1976, Pentax K1000: SLR fabricada por mais de 20 anos e muito utilizada por estudantes de fotografia.
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  • 1977, Konica C35 AF: primeira câmera fotográfica antiga compacta com autofoco.
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Câmera Fotográfica Antiga: Konica C35 AF
  • 1980, Polaroid 600: série de câmeras de filmes instantâneos muito populares pelos seus preços mais acessíveis.
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Câmera Fotográfica Antiga Instantânea: Polaroid 600
  • 1981, Sony Mavica: a primeira câmera eletrônica da história.
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Câmera Fotográfica Antiga: Sony Mavica
  • 1983, Canon T50: a primeira câmera SLR automática.
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Câmera Fotográfica Antiga: Canon T50
  • 1990, Zenit 122: câmera SLR muito popular durante a década de 1990 devido a seu baixo custo.
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Maquina Fotográfica Antiga: Zenit 122
  • 1991, Kodak DCS 100: a primeira câmera SLR digital.
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Máquina Fotográfica Digital: Kodak DCS 100

Câmera Analógica x Câmera Digital

Com o que você aprendeu até agora, já é possível ter algumas noções sobre as diferenças entre as câmeras analógias e as digitais. Vamos revisar:

  • As câmeras analógicas utilizam um processo parecido com o desenvolvido por William Henry Fox Talbot em 1841.
  • As câmeras digitais também funcionam através do registro da luz; No entanto, o fazem utilizando um sensor que converte a luz em cargas elétricas;
  • A maioria dos ajustes feitos através da câmera digital – como velocidade do obturador, filtro de cores e outros- podem ser realizados com uma câmera analógica. Tudo que você precisa é de um pouco de conhecimento e experiência e alguns equipamentos específicos;

Psicologia na foto

O que é ?

A psicologia das cores é a representação emoções humanas nas cores. As cores tem um peso enorme na nossa vida e inclusive na arte tanto da fotografia quanto nas pituras e em todas as representações que evolvem a ótica.

Elas pode trazer um tom de: alegria, tristeza, raiva, paz, agustia, medo, curiosidade e aceitação.

Cada um desses sentimentos é representado por uma cor, sendo que estas desempenham um papel influenciador no comportamento das pessoas, de acordo com os estudos da psicologia.

Assim, segundo a interpretação dada pela psicologia, as cores quentes tendem a transmitir a sensação de energia, atividade e entusiasmo. Por outro lado, as cores frias estão relacionadas com a racionalidade, a calmaria e o profissionalismo.

Azul

O azul traz com ele um confiabilidade por isso são comuns em empresas.

Alguns dos sentimentos que estão relacionados com a cor azul, de acordo com a psicologia das cores, são:

  • lealdade;
  • tranquilidade;
  • harmonia;
  • confiança;
  • limpeza;
  • frio;
  • depressão.

Vermelho

vermelho

Essa cor primária está ligada ao dinamismo, ou seja, a vontade de se movimentar e agir. Experiências mostram que o vermelho tem a capacidade de estimular o corpo humano, fazendo com que ocorra um aumento na pressão sanguínea e do número de batimentos cardíacos, por exemplo.

É uma cor usada para transmitir a sensação de alta intensidade e confiança. Entre as emoções relacionadas com esta cor, destaque para:

  • raiva;
  • paixão;
  • ira;
  • calor;
  • perigo;
  • violência;
  • fúria;
  • excitação.

Amarelo

amarelo

Por ser uma cor quente, o amarelo também transmite a sensação de dinamismo e estímulo. É considerada a cor do otimismo e da energia, segundo a psicologia das cores. Tem ainda a capacidade de estimular a concentração e o intelecto das pessoas.

Outra sensação associada a esta cor é o de conforto e felicidade. Entre alguns dos sentimentos que o amarelo também está relacionado, destaque para:

  • sabedoria;
  • alegria;
  • otimismo;
  • inveja;
  • doença;
  • idealismo;
  • covardia.

Verde

verde

Para a psicologia das cores, o verde está associado com a saúde, a vitalidade, a natureza e fertilidade. Para os psicólogos, essa cor possui a capacidade de acalmar as pessoas e aliviar o stress.

Entre os outros sentimentos que esta cor desperta, destaque para:

  • perseverança;
  • orgulho;
  • boa sorte;
  • juventude;
  • generosidade;
  • imaturidade;
  • ciúme;
  • meio ambiente.

Laranja

laranja

O laranja é uma cor secundária que, assim como o vermelho, também transmite a ideia de movimento, excitação e desejo de ação. Mas, diferente do primeiro, o laranja não chega a ser tão impactante.

A psicologia das cores atribui a sensação de alegria, sociabilidade e animação para o laranja. Entre outros sentimentos relacionados a esta cor, destaque para:

  • humor;
  • energia;
  • calor;
  • extravagância;
  • entusiasmo;
  • amigabilidade.

Como as cores interferem em nossos sentimento

Fotografia do bebê: tendência agora é registrar a vida ao invés de posar

Foto: (Grazi Ventura/Reprodução)

Nada das fotos clássicas dos pais na sala do parto ou as poses dos pequenos nos ensaios newborn. A nova tendência da fotografia familiar é registrar os acontecimentos do início da vida dos filhos com naturalidade, sem poses ou ensaios em estúdio. Nela, os fotógrafos agem como fotojornalistas, interagem com os pais e clicam de maneira quase imperceptível. É o caso, por exemplo, do Fresh 48, estilo importado dos Estados Unidos e Canadá. Ele consiste em registrar as primeiras 48 horas de vida do bebê, quando ele já está no quarto da maternidade com os pais. “As fotos de parto são lindas, mas podem ser muito invasivas e deixar a mulher desconfortável em compartilhar aquele momento depois”, explica Amanda Alexandre, fotógrafa carioca. No Fresh 48, o fotógrafo passa algumas horas com a família na maternidade, registrando momentos como a amamentação e o banho. “Os primeiros cuidados já foram feitos e está todo mundo mais tranquilo. Fora que é possível registrar momentos emocionantes, como a avó pegando o neto pela primeira vez”, aponta Giuliana Fraccarolli, da Fluup Fotografia.

Foto: Grazi Ventura/Reprodução

Fotografia documental

Nem sempre as fotos precisam ser feitas durante as 48 horas, podem se estender para o período que a família estiver na maternidade ou até depois disso. A fotógrafa Grazi Ventura é pioneira na fotografia documental de famílias no Brasil. Como o nome sugere, a ideia é documentar o cotidiano da família e os momentos importantes. Grazi, que tem um projeto sobre o assunto chamado Quem Fomos Nós, combina encontros periódicos com a família em ocasiões comuns, como um sábado, ou em algum momento especial, como uma viagem à praia ou o primeiro dia na escola. “As lembranças mais duradouras e gostosas nunca são as registradas nas fotos, como batizados e aniversários, mas sim coisas simples, como uma receita, o jeito de tomar café da manhã, o colo da avó”, comenta Grazi. O trabalho exige dedicação e empatia. “Converso com os pais para que eles resgatem o que é importante de verdade para eles e assim identificamos as peculiaridades da família”, explica a fotógrafa, que usa uma câmera silenciosa e pequena para que tudo ocorra com a maior naturalidade possível. “Na hora que a família descobre o resultado, é emocionante, bem diferente de um ensaio posado, que já inclui uma expectativa sobre como vai ficar a foto”, comenta.

Foto: Grazi Ventura/Reprodução

Um dia na vida

A fotógrafa Beta Borelli oferece o acompanhamento na maternidade e um pacote chamado Um Dia na Vida. “Podemos combinar com os pais de chegar com a pessoa dormindo e fotografar a família acordando, ir passear em um lugar que eles gostam e registrar o trajeto, são muitas possibilidades”, explica. “Creio que a tendência geral é fugir do montado ou mostrar coisas encenadas. Por isso importante que o fotógrafo faça o que puder para deixar a família à vontade nesse processo”, opina Beta, que oferece ainda um acompanhamento com visitas a cada dois meses no primeiro ano de vida da criança. No fim do período, os pais recebem o registro dos saltos de crescimento dos pequenos, e podem ainda programar novas experiências para o dia da visita do fotógrafo. O bebê pode conhecer um sabor novo naquele dia, ter seu primeiro contato com um bicho de estimação e por aí vai.

Foto: Grazi Ventura/Reprodução

Mais intimidade, mais investimento

Para que uma abordagem do tipo dê certo, é preciso primeiro que os pais estejam abertos a receber a presença de uma nova pessoa no cotidiano familiar. “Por isso indico que a família procure bem, feche com um fotógrafo com o qual que se identifique, converse e desenvolva uma certa empatia”, orienta Beta. Outro ponto é o valor. A fotografia documental tem um valor superior ao do ensaio tradicional, pois exige mais horas de dedicação do fotógrafo. “Para se ter ideia, em um ensaio tiramos 300 fotos para selecionar depois, enquanto num dia inteiro de acompanhamento esse número pode chegar a 3000”, aponta Grazi. Uma opção mais em conta é fazer sessões curtas, de duas horas. Nessa configuração, é possível encontrar pacotes a partir de R$600. (Bebê Abril)

Foto: Grazi Ventura/Reprodução

O minimalismo

O minimalismo é um movimento artístico que teve início no século XX e passou por grandes artes como a pintura, a arquitetura, o design e a fotografia. O objetivo desse estilo é capturar as imagens da melhor forma, porém usando o mínimo possível de recursos na cena.

Um fotógrafo minimalista precisa ter um autocontrole extraordinário, acima de tudo. Isso porque é mais difícil deixar elementos de fora de sua imagem, do que encher sua foto de informação.

Algumas dicas que ajudam numa foto minimalista é:

Ter um autocontrole para não exagerar em elementos nas foto, isto devido ao simples fato de o minimalismo é totalmente contra o exagero.

Segue aqui algumas fotos minimalistas:

Origem da Foto

A primeira fotografia reconhecida foi feita em 1826, pelo francês Joseph Nicéphore Niépce, no entanto o desenvolvimento da fotografia não pode ser atribuído apenas a uma pessoa. Diversas descobertas ao longo do tempo foram somadas para que fosse possível desenvolver a fotografia como é conhecida hoje. Químicos e físicos foram os pioneiros nesta arte, já que os processos de revelação a fixação da fotografia são essencialmente físico-químicos, numa associação de condições ambientais e de iluminação a produtos químicos.


Primeira fotografia, feita por Joseph Nicéphore Niépce, em 1826 na França.

Com o tempo a qualidade foi melhorando e o tempo para tirar também, devido as tecnologias evoluindo hoje é possível capturar uma imagem em menos de 1 segundo com uma qualidade absurdamente melhor. È claro que não foi tão facil assim, demorou anos, desde de 1826 até hoje é claro que evoluiria.

A fotografia abrange várias áreas da vida e do cotidiano humanos, pois é o mecanismo que permite arquivar um momento. A fotografia, logo que surgiu, não era considerada arte, e atualmente ainda existe uma gama de opiniões adversas quanto a isso. Para alguns críticos, a fotografia não pode ser considerada arte por conta da facilidade que existe em produzi-la, em contrapartida, outros críticos acreditam que ela pode ser considerada como arte a partir do momento em que ela é uma interpretação da realidade, e não apenas uma cópia.

A fotografia contribui positivamente em muitas coisas, vários âmbitos profissionais a agregaram como meio de amplificar as possibilidades e produzir estudos detalhados e precisos. A fotografia é utilizada na medicina, no jornalismo – fotojornalismo – e na ciência, para o desenvolvimento de vários estudos.

Hoje queremos algo maior como por exemplo a foto do buraco negro que exige quadrilhares de pixels até mais para encontrar tal fenômeno.


Fotos bonitas ou feias existem?

Quando se adentra o mundo da fotografia, é comum acharmos um estilo fotográfico para seguir; algumas pessoas gostam de tirar selfie, algumas de fotografar a natureza, algumas de fotografar comidas. Porém, o que permite uma foto ser bonita ou feia? Existe alguém que pode julgar isso ?

A resposta pra tal questão é simples, porém requer atenção: Não existem fotos feias ou bonitas, existem regras fotográficas que tornam seu “clique” mais técnico, como por exemplo a regra dos terços ou a razão de Fibonacci.

Mas, quem julga isso ?

Isto é um paradoxo do mundo da fotografia, afinal, todos podemos julgar se gostamos ou não de uma foto, mas é impossível dizer se ela é bonita ou feia. Como dito antes, podemos aplicar diversas regras para tornar nossa fotografia mais agradável aos nossos olhos e mostrar nosso olhar no momento em que tiramos a foto. Mas fotografia é arte, e arte é livre! Para fotógrafos profissionais, tais regras podem ser tão importante quanto o que está sendo fotografado, porém a criatividade sempre será o maior âmbito que um fotógrafo pode ter.

Vamos fazer um teste. Com base no que você acabou de ler, comente: Quais destas fotos é bonita ou feia?

O que você acha?

Caso tenha comentado que está é uma fotografia bonita, você está errado. Mas, caso tenha achado que é uma foto feia…você também está errado. Para um fotógrafo profissional, a utilização de Fibonacci na foto pode significar a realização de um grande trabalho e um prazer inestimável aos olhos, mas se um fotógrafo amador tivesse tirado está foto, poderia significar somente uma escada sendo representada de forma espiral. No entanto, as duas formações seriam criativas, e são belas e desarmoniosas ao mesmo tempo. Fotografia não feita para ser bonita ou ser feia, foi feita para ser livre e mostrar os diferentes olhares que um único momento no tempo pode ter.

Técnica Fotográfica: sete oitavos, três quartos, perfil


As pessoas possuem um olho maior do que o outro, use o efeito da perspectiva para deixar ambos na mesma proporção

A vista de sete oitavos ocorre quando o modelo está olhando apenas levemente ao lado da câmera. Em outras palavras, você verá apenas um pouco mais de um lado do rosto que do outro quando olhar através da câmera. Você ainda verá ambas as orelhas do modelo numa vista de sete oitavos.

Com a vista de três quartos, a orelha distante é escondida da câmera e mais de um dos lados do rosto é visível. Com esse tipo de pose, o olho distante irá aparecer menor porque ele está naturalmente mais longe da câmera que o outro olho. As pessoas usualmente tem um olho que é, fisicamente, um pouco menor que o outro. Por isso, é importante, quando fizer uma pose com o modelo numa vista de três quartos, posicionar o ou a modelo de forma que o olho menor esteja mais próximo da câmera. Dessa forma, a perspectiva é usada para fazer ambos os olhos parecerem do mesmo tamanho na fotografia.

No perfil, a cabeça é virada quase 90 graus em relação à câmera. Somente um olho é visível. Quando colocar seu modelo numa posição de perfil, faça com que ele vire sua cabeça gradualmente para longe da posição da câmera até que o olho distante e os cílios desapareçam de vista. Se você não puder ver os cílios do olho distante, então você terá uma boa pose de perfil.

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Fotografias SarauEPB (2018)

“O sarau é um espaço imanente de performance e poética de corpos” GREGO, Lucca.


A Etec Parque Belém se demostra um local de forte ambientação artística. A coesão entre os alunos, somando com novas experiencias e responsabilidades resulta em tantas interpretações em poemas e músicas.
Segue em anexo, algumas fotos sobre o Sarau “Etec-queniano”:

Arte é a atividade humana ligada a manifestações de ordem estética, feita por artistas a partir de percepção, emoções e ideias, com o objetivo de estimular esse interesse de consciência em um ou mais espectadores, e cada obra de arte possui um significado único e diferente”
-AURÉLIO, Dicionário.

Como melhorar suas fotos

Mesmo a paisagem sendo linda ou o momento incrível nem sempre conseguimos registrar esse momento, tenha uma ideia de como suas fotos ficariam mais profissionais.

Regra dos Terços

A primeira dica para uma imagem profissional é a regra dos terços que consiste na ideia de traçar duas linhas paralelas na horizontal e duas na vertical, sendo assim 9 quadrados na tela.

Proporção Áurea

Se você já conhece a regra dos terços, a proporção áurea é mais usual pois ela traz um conceito mais artístico (renascentista) e também se encaixa em harmonia e um padrão que existem na natureza.

Obra renascentista feita por Leonardo da Vinci
Foto do espaço, Fonte desconhecida

Outras dicas profissionais

Grandes dicas que se enquadram em fotos profissionais são

1- Observe o tempo todo.

2- Pense no enquadramento.

3- Dê atenção à composição da foto.

4- Preocupe-se com a iluminação.

5- Cuidado com o flash.