Polaroid

Saiba tudo sobre a câmera fotográfica que foi sucesso absoluto nos anos 90

Você vê algo que te chama atenção, aponta a lente para focar, faz o clique e confere a foto. Esse movimento tão natural nem sempre foi simples assim. Antes da invenção das câmeras digitais, só era possível saber o resultado de uma foto depois de revelar o filme da máquina. A menos que você tivesse uma Polaroid.

Coisa de criança

Foi durante uma temporada de férias que o físico americano Edwin Land ouviu de sua filha de apenas 3 anos a pergunta que mexeu com sua cabeça. “Por que não podemos ver a foto agora, papai? ”. A solução viria 5 anos depois, em 1948, com o lançamento da primeira câmera instantânea da história.

Um passe de mágica

A grande inovação proposta pela Polaroid foi a inclusão dos químicos de revelação dentro do próprio filme. Assim, após disparar a foto, o papel fotográfico passa por dois rolos que espalham as substância na sua superfície enquanto ele sai da máquina. A imagem poderia ser conferida 1 minuto depois, como num passe de mágica.

Da popularização ao universo pop

As primeiras Polaroids se tornaram um sucesso de vendas, mas ainda só era possível fazer fotos preto & branco com a câmera. Em 1963, isso mudou. Com o lançamento do filme instantâneo colorido, a marca entrou de vez para o universo pop. A baixa saturação das cores, os pontos de desfoque e a moldura das fotos se transformaram em recursos estéticos para artistas como Andy Warhol. Depois de se consolidar como uma das câmeras mais desejadas, a Polaroid virou pop art.

Câmera compacta, design mítico

A câmera instantânea da Polaroid passou por uma grande evolução até chegar às suas versões mais conhecidas. Primeiro, ela se tornou uma máquina mais compacta:

Depois, ela apresentou seu visual mais conhecido e adorado.

Até hoje as pessoas disputam os modelos antigos das máquinas em sebos, de tão amada que a câmera se tornou.

O fim, ou melhor, um novo começo

O novo milênio popularizou as câmeras digitais e a Polaroid, junto com a fotografia analógica, foi perdendo espaço entre os cliques das pessoas. Até que a empresa anunciou em 2008 que iria praticamente se dedicar ao negócio digital. Um final que mais pareceu uma pausa, já que a câmera voltou a ser produzida recentemente com seu design clássico.

DESAFIO: Fotografias de momentos ícones do cinema!

O cinema é considerado por muitos a sétima arte, entretanto, será que você é um real apreciador desse modelo de expressão?

A fotografia no cinema ou cinematografia é o elemento que diz respeito à captação das imagens, por meio de filmagens em película ou utilizando câmeras digitais. Ou seja, ela abrange tudo o que se relaciona à “impressão” daquilo que será visto pelo espectador, posteriormente.

Isso quer dizer que a direção de fotografia é a área que controla o processo de construção e o registro das imagens, levando para a tela toda a atmosfera e a linguagem imaginadas na pré-produção, por meio de ferramentas técnicas como iluminação, filtros, lentes, movimentos de câmera, enquadramento, cor, exposição, etc.

Fica aqui um desafio para testar seus conhecimentos, diga de qual filme foi retirada as seguintes fotos!
(respostas no final da página)

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Respostas

  1. Incepetion – 2010
  2. Pulp Fiction: Tempo de Violência – 1994
  3. Bastardos Inglórios – 2009
  4. Scarface – 1983
  5. Forrest Gump: O Contador de Histórias – 1994
  6. Brilho Eterno de uma Mente sem Lembranças – 2004
  7. Advogado do Diabo – 1997
  8. Modern Times – 1936
  9. Alien, o Oitavo Passageiro – 1979
  10. The Truman Show – 1998
  11. Matrix – 1999
  12. Rocky: Um Lutado – 1976

Como Fazer Uma Cianotipia

A cianotipia foi um dos primeiros processos de impressão fotográfica em papel. Foi descoberta por Sir John Herschel, notável cientista, cuja atividade principal era a astronomia, tendo feito diversos achados neste campo. Além disso, fez pesquisas relevantes na fotografia e, segundo autores abalizados, deve-se a ele também a descoberta do hipossulfito como agente fixador.

Um processo simples e bastante versátil, quase sempre tratado como mera curiosidade e que tem na escala de azul sua principal e distinta característica visual. Para aplicá-lo são somente necessárias duas soluções, uma fonte qualquer de radiação ultra-violeta e água.

A Química.

Primeira solução: diluir 25g de citrato férrico amoniacal (verde) em 60 ml de água, depois completar o volume, com água, até 100 ml.

Segunda solução: diluir 10g de ferricianeto de potássio em 60 ml de água, depois completar o volume, com água, até 100 ml.

Atenção: O citrato férrico amoniacal tem duas formas, a verde e a marrom. A verde apresenta melhores resultados.

O Suporte.

Deve se utilizar um papel que possa suportar uma lavagem prolongada. Os melhores são os papéis usados para técnicas molhadas como guache e aquarela. Pessoalmente prefiro o Canson Montval 300g. Não há necessidade de especial preocupação quanto ao papel ser ácido, aliás a cianotipia, em meio alcalino desbota.

Sensibilização do Papel.

Misturar volumes iguais das duas soluções e, com uma trincha, aplicar diretamente sobre o papel. Alguns autores indicam que essa aplicação não pode ser feita com nenhum tipo de pincel que tenha uma virola de metal porque ocorreria oxidação que influenciaria no resultado final. Essa oxidação de fato ocorre, mas se o pincel for bem lavado após cada sessão isso somente será um problema após várias semanas.

A sensibilização do papel não precisa ser feita no escuro. Uma lâmpada de 40w a uns três metros de distância não causará nenhum dano. Por outro lado nunca use lâmpadas fluorescentes ou tente sensibilizar o papel durante o dia sem estar com as cortinas fechadas (bem fechadas). A mistura das duas soluções é sensível a radiação UV.

Uma vez sensibilizado o papel, deixe-o em um local escuro para secar. Esse papel deve ser utilizado em, no máximo, 48 horas. Após esse tempo a oxidação natural da solução tornará seu uso impraticável.

O Negativo.

Por ser um processo de contato é necessário que o negativo utilizado seja do mesmo tamanho da cópia desejada. Você pode mandar fazer um fotolito ou então, o que é mais fácil e barato, fazer seus próprios negativos a partir de qualquer arquivo digital. O procedimento é simples e pode ser feito com qualquer bom editor de imagens com os seguintes passos:

foto original => escala de cinza => inverter => ajustes de brilho e contraste=> imprimir (somente tinta preta)

A impressão pode ser feita com uma boa impressora de jato de tinta usando uma transparência.

Exposição.

Como em todos os processos para cópia usados ao longo do Século XIX, a obtenção da imagem era feita por contato direto do negativo com o papel. Para isso eram usados chassis próprios no entanto, para facilitar nossa vida, podemos fazer a mesma coisa com um sanduiche feito com duas placas de vidro e entre elas, o papel sensibilizado posto sob o negativo que se deseja copiar.

Esse conjunto é exposto ao sol ou outra fonte qualquer de UV o tempo necessário para a formação de imagem.

Aí é que entram a prática e o bom senso. A intensidade de UV varia em função da estação do ano, do local, da hora do dia e das condições metereológicas, ou seja. Você só vai conseguir “acertar a exposição” depois de algumas sessões de ensaio e erro.

A Revelação”.

Isso é simples. Basta colocar o papel em uma bandeja (essas de plástico branco e borda alta servem), com água corrente até que todo o excesso da solução sensibilizante seja lavado, depois é só deixar secar na sombra e pronto. Em três ou quatro dias, a imagem adquirirá seu tom azul definitivo.

Esse é o processo básico para a cianotipia e existe um sem número de variações tanto de fórmulas quanto de aditivos que podem ser utilizados na “revelação” quanto em viragens ou tingimentos da cópia, mas isso é para outro post.

A cianotipia foi um dos primeiros processos de impressão fotográfica em papel. Foi descoberta por Sir John Herschel, notável cientista, cuja atividade principal era a astronomia, tendo feito diversos achados neste campo. Além disso, fez pesquisas relevantes na fotografia e, segundo autores abalizados, deve-se a ele também a descoberta do hipossulfito como agente fixador.

Cristiano Mascaro – e a lente crítica

Cristiano Mascaro (Catanduva, 22 de outubro de 1944) é um arquiteto e fotógrafo brasileiro. Atuou como repórter fotográfico na revista Veja, entre 1968 e 1972. Dedica-se a documentar as cidades brasileiras, em especial a arquitetura da cidade de São Paulo.

Mestre em estruturas ambientais urbanas, com a dissertação O Uso da Fotografia na Interpretação do Espaço Urbano (1986) e Doutor (1994), com a tese A Fotografia e a Arquitetura, ambos pela Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da Universidade de São Paulo, onde dirigiu o Laboratório de Recursos Audiovisuais entre 1974 e 1988. Foi professor de foto jornalismo da Enfoco Escola de Fotografia (1972-1975) e de comunicação visual na Faculdade de Arquitetura e Urbanismo de Santos (1976-1986).

Na faculdade, ele teve contato com grandes artistas brasileiros, como o cenógrafo Flávio Império e o arquiteto João Batista Vilanova Artigas. Ao  mesmo tempo, o País passava por um turbulento momento político e, dentro desse contexto, a vivência universitária foi ainda mais valiosa. “Eu entrei na FAU em 1964 e saí em 1968, dois anos muito marcantes”, conta. “Nesse período, apesar da ditadura, havia um movimento de resistência na música, no teatro, nos jornais. Para mim, foi um privilégio estar na FAU e acompanhar aquele momento desse ponto de vista do combate, da resistência.”

Cristiano um estilo próprio, que na exposição é explorado conforme os diferentes eixos que seu trabalho seguiu, tanto no formato, com diferentes tipos de câmera, quanto na temática. Há uma seção dedicada apenas a retratos, por exemplo, assim como uma para imagens de casas e interiores, e outra para fotos feitas com o celular.

Também em destaque na mostra, um ponto importante da obra de Mascaro é o olhar sobre as cidades e a arquitetura. Criado em São Paulo, ele conta que essa característica o acompanha desde a juventude. “Naquele tempo, a gente ia a pé para o cinema, para a escola, e eu ficava admirando aqueles prédios”, lembra. Houve ainda um impacto do cinema, de filmes que tematizavam a vida urbana, como alguns do movimento francês da Nouvelle Vague.

Quero trabalhar com fotografia

Em um mercado cada vez mais focado em imagem, como lidar com a possibilidade de uma nova atuação profissional

“Quero começar a trabalhar com fotografia, mas não sei por onde começar ou como atrair clientes. Também tenho medo de largar minha atual profissão e não ter sucesso com a fotografia. Como lidar com esta dúvida?”

RESPOSTA: Seu problema talvez seja um drama comum pelo qual todo empreendedor já passou: como largar a estabilidade do seu emprego e apostar no trabalho dos seus sonhos com um futuro incerto? A verdade é que não existe uma resposta pronta, mas alguns caminhos podem te ajudar nesse processo.

Para iniciar na fotografia você precisa, obviamente, comprar uma câmera fotográfica. Não é necessário investir logo de cara na máquina mais cara do mercado. Inicialmente, uma câmera profissional com sensor cropado já irá te atender. Depois existem os investimentos com lente, flash, bateria e cartão de memória. Além disso, é muito importante fazer um seguro do equipamento.

Certa vez, Henri Carties-Bresson afirmou que “suas primeiras 10 mil fotografias são as piores”. E a frase não poderia estar mais correta. Por isso, para chegar minimamente em um nível comercial você precisa praticar e muito. Fotografe tudo ao seu redor, sejam pessoas, objetos ou paisagens. O importante é você ter domínio cirúrgico sobre seu equipamento. Treine também o seu olhar fotográfico e a sua percepção da luz.

No entanto, para todo trabalho prático é fundamental um embasamento teórico. Por essa razão, faça cursos ou um workshop que seja com um especialista na área da fotografia na qual você pretende trabalhar. Os livros de fotografia, negócios e marketing (Sim, negócios e marketing são essenciais para viver de fotografia) vão te ajudar nesse processo, assim como a infinitude de vídeos no youtube com dicas e técnicas que você pode encontrar a custo zero.

A terceira etapa é justamente pensar em qual área da fotografia você gosta e investir nela. Sei bem que, no início, a tendência é aceitarmos todos os trabalhos que aparecem. Mas o quanto antes o público perceber que você é especialista em determinado segmento, mais atenção e valor você terá das pessoas e dos futuros clientes.

Para os clientes te contratarem primeiro eles precisam chegar até você. Por isso, te pergunto, você já contou para todo mundo que é fotógrafa? Você se apresenta como fotógrafa? Se uma pessoa entra nas suas redes sociais, ela te identifica como fotógrafa? É muito importante que todos ao seu redor percebam que você é uma profissional no seu segmento. Dessa maneira, seus perfis necessitam estar alinhados com a imagem de uma profissional de fotografia. Seus Insta, Stories, devem falar sobre o seu dia-a-dia na fotografia ou a sua trajetória para se tornar uma profissional. Além disso, é fundamental alimentar essas redes com imagens de qualidade todos os dias.

Outro fator importante é a criação de um site. Você sabia que todo cliente que pretende contratar um serviço fotográfico costuma pesquisar o nome da pessoa ou da empresa pela internet? O seu site próprio é que vai te dar credibilidade e segurança para o cliente fechar um negócio. Posteriormente, existem os investimentos com publicidade, produção de conteúdo e outras estratégias de marketing que são assuntos mais elaborados que não abordarei neste momento.

Vale destacar que você deve considerar a fotografia como um negócio como qualquer outro que demanda tempo, disciplina e muito esforço. Fotografar corresponde a cerca de 20% do seu trabalho. O restante será preenchido com edição, atendimento ao cliente, prospecção de vendas e marketing. Para quem achava que fotografar seria viver de arte, isso é um banho de água fria. Mas não desanime porque esse trabalho é extremamente recompensador.

Para finalizar, devo dizer que 95% dos fotógrafos um dia tiveram uma dupla jornada de trabalho. Por isso, não recomendo você largar imediatamente o seu emprego fixo. Inclusive, é através dele que você pode juntar dinheiro necessário para os primeiros equipamentos. No seu tempo tempo livre, procure estudar, fotografar e montar os pilares da sua empresa. Com o tempo, os clientes surgirão e terá um momento em que você pensará se vale a pena continuar com o seu emprego atual. A partir desse ponto você terá que apostar no seu negócio próprio se quiser viver exclusivamente dessa arte. No entanto, se der certo será o click mais perfeito da sua vida, capaz de extrair a satisfação e o sorriso do seu cliente e de você própria.

A Arte da Fotografia

A invenção da fotografia sem dúvida revolucionou a forma de olhar e representar o mundo. Antes dela, para capturar uma imagem da natureza, ou o retrato de uma pessoa era necessário fazer um desenho ou uma pintura. Poucas pessoas tinham o prazer de ter a sua imagem guardada para a posteridade, pois contratar um pintor era algo muito caro.

Com a invenção da fotografia, cada instante da vida pode ser guardado, bastando para isso um simples clique na máquina fotográfica.

MAS, PARA QUÊ FOTOGRAFAMOS? FINALIDADES DA FOTOGRAFIA

O ser humano tem a necessidade de congelar momentos, para poder se lembrar depois. Além disso, o ser humano tem a necessidade de gravar a sua própria imagem, seja para se mostrar na atualidade ou  para ser lembrado na posteridade.

Há outros porquês de se fotografar, por exemplo, é difícil imaginar jornais, revistas e livros sem a fotografia, estamos cercados por imagens, mas cada uma tem a sua própria finalidade.

QUAL CÂMERA COMPRAR PARA ESTUDAR OU TRABALHAR COM FOTOGRAFIA

Se você tomou a decisão de investir mais tempo em sua fotografia, fazendo um curso, como o nosso Curso Completo de Fotografia – Caçadores de Imagens, e pretende aprofundar na arte e na técnica fotográfica, explorando os controles manuais de sua câmera, chegou a hora de você fazer um upgrade para uma câmera profissional para iniciante, do tipo DSLR ou mirrorless. Essas câmeras podem até ser mais caras que câmeras compactas ou superzooms, mas elas permitem que você troque de lentes, o que as torna câmeras mais eficazes em uma variedade de situações, assim você pode fotografar desde paisagens até jogos de futebol. E mesmo os equipamentos de entrada das DSLR ou mirrorless, possuem uma ótima qualidade de imagem até para quem deseja trabalhar com fotografia ou investir em seu novo hobby.

• DSLR DE ENTRADA, CÂMERA PROFISSIONAL PARA INICIANTES

Se você quer imagens de qualidade profissional sem gastar muito, você pode obter uma DSLR de entrada, que é, sem dúvidas, a melhor aposta, uma excelente câmera profissional para iniciantes. As DSLRs de entrada, são adaptadas para iniciantes e possuem grandes sensores APS-C. Se você compará-las com câmeras com sensores menores, você vai descobrir um alcance dinâmico muito maior, a capacidade de fazer bokehs maravilhosos destacando seus motivos fotográficos e produzir imagens mais limpas e detalhadas ao fotografar durante a noite ou em um lugar fechado.

Além disso, essas câmeras são projetadas para permitir que você controle configurações como abertura do diafragma, velocidade do obturador e sensibilidade do ISO. Os visores óticos facilitam o disparo usando o foco manual. Alguns modelos possuem telas giratórias e sensíveis ao toque, auxiliando em uma captura de vídeo mais confortável e precisa. São câmeras mais volumosas que as mirrorless, mas se você estiver disposto a suportar o peso extra, você será recompensado com uma qualidade de imagem de alto nível sem precisar gastar muito.

Nossas sugestões, neste caso, são: Nikon D3200, Nikon D3300, Nikon D3400, Nikon D5200, Nikon D5300, Sony α58, Canon T5, Canon T5i e Canon T6i.

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• DSLR INTERMEDIÁRIAS

DSLRs intermediárias podem ser ainda mais volumosas e pesadas que as DSLRs de entrada e que as mirrorless, mas existem algumas razões para que a maioria dos profissionais ainda apostem nelas. A principal razão é o seu sistema de autofoco (AF) extremamente sofisticado que pode acompanhar com sucesso assuntos que se movem muito rápido – o que significa mais fotos focadas em um ponto que você deseja manter. Algumas dessas DSLRs oferecem a opção de preencher praticamente todo o quadro com pontos AF para que o seu assunto nunca esteja fora do alcance.

Nossas sugestões, neste caso, são: Nikon D7000, Nikon D7100, D7200, D7300, D500, Sony α77, Canon 70D, 80D e 7D Mark II.

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• DSLR AVANÇADAS:

Ao falar em câmeras DSLR avançadas, é comum ouvir o termo Full Frame. Este assunto está relacionado ao tamanho do sensor e ao aproveitamento do mesmo. Assim como os filmes das câmeras analógicas têm tamanhos diferentes, as câmeras digitais também têm sensores com tamanhos diferentes. O sensor Full Frame tem o mesmo tamanho do filme analógico, o que permite captar mais luz através de um ISO mais alto. Esse ganho em sensibilidade pode ajudar muito em situações de baixa luminosidade, como fotos noturnas. O tamanho da imagem gerada pelo Full Frame também será maior. As dimensões desse sensor captam mais megapixels e possibilitam ampliações maiores da foto, o que o torna interessante para quem deseja se profissionalizar. Aproveitando ao máximo a imagem gerada pela lente, esse sensor não é cropado (veja câmeras DSLR de entrada e DSLR intermediárias): ou seja, uma lente 50mm funcionará como uma lente 50mm. Câmeras com sensor Full Frame têm inúmeras vantagens em relação às cropadas, como maior resolução, menor ruído, porém também geram arquivos maiores e o preço também é relativamente maior. Por isso, quando não há a necessidade de arquivos maiores, uma câmera cropada resolve bem, além de ter um menor custo.

Neste caso, nossas sugestões são: Nikon D610, Nikon D750, Nikon D810, Sony α99, Canon 6D e Canon 5D.

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• MIRRORLESS DE ENTRADA, CÂMERA PROFISSIONAL PARA INICIANTES

Outra opção de câmera profissional para iniciantes são as câmeras mirrorless. Câmeras sem espelho que possuem a qualidade de imagem de uma DSLR em um corpo muito menor.‘

As mirrorless são câmeras do tamanho de compactas, mas com uma qualidade superior. Ao contrário das câmeras DSLR, elas não possuem um dispositivo ótico (com espelho e prisma), por isso são tão pequenas. Embora seja uma tecnologia nova, muitas pessoas já as utilizam profissionalmente. Sua maior vantagem é ter uma qualidade comparável à das câmeras maiores, mas em um tamanho reduzido. Isso pode ser um problema para quem se acostumou à forma de segurar as câmeras maiores e também para quem gosta do visor ótico. As imagens terão uma qualidade suficientemente alta para que você faça grandes impressões ou para cortar e ampliar suas imagens, assim você terá mais possibilidades ao editar e resultados ainda mais incríveis. As fábricas de câmeras têm construído constantemente um arsenal de lentes impressionantes para as mirrorless, garantindo que haja uma lente mais adequada para cada necessidade fotográfica.

Nossas sugestões, neste caso, são: Sony A6000, Sony NEX 7, Sony A6300, Olympus OM-D E-M10 II, Fujifilm X-T20, Panasonic Lumix DMC-G85 ou Panasonic Lumix DMC-G85.

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• MIRRORLESS AVANÇADAS

Se você quer uma mirrorless mais sofisticada e que tenha um excelente desempenho em qualquer situação. Esses modelos são mais caros, mas pelo preço, você obtém corpos metálicos robustos que são selados contra a água e poeira e são fabricados para funcionar em temperaturas abaixo de zero. Seus visores eletrônicos grandes e brilhantes estão entre os melhores que já vimos, e você tem uma grande quantidade de botões – muitos dos quais podem ser personalizados – para mudar rapidamente as configurações da câmera e de exposição para que você não perca a próxima foto.

Estas são câmeras para fotógrafos avançados exigentes e que estão dispostos a pagar pelo desempenho de uma câmera que é líder da classe. Para tirar o máximo de proveito desse tipo de equipamento, você precisa passar algum tempo com o manual de instruções. E elas exigem um compromisso financeiro que vai além do preço das câmeras de entrada. As grandes lentes podem custar tanto ou mais que a própria câmera, e a partir do momento que você começar a investir nas lentes de uma determinada marca, trocar de marca mais tarde pode ser muito caro. Mas se você puder investir em uma câmera dessas, provavelmente você não precisará comprar outra câmera durante muitos anos.

Nossas sugestões, nesse caso, são: Fuji X-T2, Fujifilm X-T1, Olympus E-M1 II, Olympus PEN-F, Sony A6500, Sony A7II e a novíssima Sony A9.

COMO REMOVER MARCAS D’ÁGUA DE FOTOS

Marcas d’água são usadas frequentemente como uma forma de tentar impedir que fotos e imagens sejam reutilizadas sem a permissão dos donos, e às vezes podem ser muito difíceis de remover. Se você se encontrar numa situação em que precisa utilizar uma foto com marca d’água, você pode removê-la através de ferramentas como Photoshop, Inpaint, e Photo Stamp Remover.

Método:1 – Adobe Photoshop

  1. Inicie o Photoshop e abra a foto da qual você quer remover a marca d’água.
  2. Selecione a “Spot Healing Brush Tool” (“Ferramenta Pincel de Recuperação”) na barra de ferramentas localizada à esquerda. Esse ícone possui um curativo posicionado em cima de um ponto branco.
  3. Selecione o botão de rádio ao lado da opção de preenchimento “Content-Aware” na barra de ferramentas superior.
  4. Posicione o pincel sobre sua foto, e aperte as teclas [ e ] para aumentar ou reduzir o tamanho do pincel como você desejar. Por exemplo, se estiver tentando remover uma linha fina de marca d’água, talvez seja melhor reduzir o tamanho do pincel para obter melhor precisão e resultados.
  5. Use seu cursor para cuidadosamente pintar o pincel sobre a marca d’água. Isso irá apagar uma parte da marca d´água.
  6. Continue pintando sobre seções menores da marca d´água até que todos os traços desapareçam. Para áreas maiores de marca d’água, é melhor se utilizar a ferramenta laço.
  7. Clique na opção “Laço” na caixa de ferramentas. Esse ícone lembra o laço de um caubói.
  8. Posicione seu cursor na borda da marca d’água e então arraste o laço em volta da marca d’água.
  9. Pressione “D” no seu teclado. Isso abrirá o menu de opções de “Preenchimento”.
  10. Selecione o “Content Aware” do menu suspenso “Use” e, em seguida, clique em “OK”. Isso instrui o Photoshop a preencher a ausência da marca d’água com um conteúdo que se mistura com os arredores. A marca d’água será removida agora. 

Método:2 – Inpaint da Teorex

  1. Inicie o Inpaint e abra a foto que contém a marca d’água que você deseja remover
  2. Clique na ferramenta “Marker” localizada no topo da barra de ferramentas à esquerda. Esse ícone possui a imagem de um giz de cera sendo utilizado em um pedaço de papel.
  3. Selecione o tamanho desejado do seu marcador na porção da direita da barra de ferramentas superior. Por exemplo, se estiver removendo uma marca d’água pequena ou uma linha fina, talvez seja melhor diminuir o tamanho do marcador para obter melhor precisão.
  4. Arraste seu cursor em volta do perímetro inteiro da marca d’água.
  5. Clique em “Apagar” na barra de ferramentas superior. O Inpaint irá processar sua imagem e remover completamente a marca d’água da foto. 

Método:3 – Photo Stamp Remover da SoftOrbits

  1. Inicie o Photo Stamp Remover e clique na opção “Adicionar Arquivos”.
  2. Selecione a foto da qual você quer remover a marca d’água.
  3. Clique em “Selection Marker” e, em seguida, arraste o marcador ao redor do perímetro inteiro da marca d’água.
  4. Clique em “Selecionar”, e em seguida clique em “Remover”. O Photo Stamp Remover limpará sua foto e completamente remover a marca d’água. 

Método:4 – Utilizando outros métodos

  1. Corte a marca d’água da sua foto usando seu editor de fotos preferido se a marca d’água estiver posicionada no topo, na base, nos lados ou nos ângulos da foto. A opção de cortar geralmente consegue manter a qualidade da foto sem precisar recorrer aos softwares mencionados neste artigo para remover a marca d’água.
  2. Procure uma versão de sua foto sem marca d’água no Google Imagens. Se a imagem que você está utilizando é uma foto do banco de imagens ou uma imagem popular, há uma chance grande de você achar uma versão sem marca d’água no Google Imagens.
    • Arraste sua foto até a barra de pesquisa da Google Imagens no endereço https://www.google.com/imghp, e procure por uma versão sem marca d’agua de sua foto nos resultados da pesquisa.
  3. Considere pesquisar essas mesmas fotos sem marcas d’água em sites de imagens gratuitos como o Flickr e o FreeImages. Esses sites providenciam milhares de fotos gratuitamente que você pode utilizar e não possuem marca d’água.

Como está o mercado de trabalho de fotografia?

Seguir carreira na área de fotografia exige mais do que um olhar atento e o uso de aplicativos. Mesmo que você faça fotos incríveis usando o seu smartphone é importante ter formação em uma instituição de ensino de referência, onde possa aprender técnicas e conceitos teóricos. Assim será muito mais fácil conseguir um ótimo emprego como fotógrafo!

fotografia

E por falar em emprego, o mercado de trabalho para quem pretende cursar fotografia é bastante promissor e cheio de possibilidades. Então, se deseja seguir esse caminho continue acompanhando o nosso artigo, pois ele traz informações valiosas sobre o assunto! Olha só:

Mercado da fotografia tem opção para quem quer ser autônomo ou empregado

Se tem uma área da comunicação com muitas possibilidades de emprego essa é a área da fotografia. Você pode, por exemplo, trabalhar de forma autônoma, buscando clientes e propondo projetos autorais.

Para quem tem verba para investir, montar um estúdio é uma ótima pedida! Mas, prepare-se para colocar a mão no bolso, pois equipamentos de qualidade não são nada baratos, ok?!

Caso a sua intenção seja o sentido oposto, também não faltam oportunidades em empresas de comunicação como jornais, revistas e agências de publicidade. Nesses locais você pode ser contratado dentro do regime CLT, ou como um freelancer.

Conheça algumas possibilidades de atuação

  • Jornais; revistas; portais de notícia na internet;
  • Agências de publicidade;
  • Cobertura de eventos;
  • Indústria da moda;
  • Arquitetura;
  • Projetos culturais;
  • Em empresas realizando trabalho institucional;
  • Na perícia policial.

E o salário?

Estabelecer um valor exato para remuneração não é tão fácil, já que na área de fotografiaos trabalhos variam muito. Em geral, os profissionais cobram por hora, mas há aqueles que fecham um valor por job.

De acordo com a tabela da Associação de Repórteres Fotográficos e Cinematográficos no Estado de São Paulo, relativa aos anos de 2016 e 2017, uma saída de três horas pode custar de R$ 693,05 a R$ 1070,62, dependendo do trabalho a ser realizado.

Importante que você também tenha ciência de que os valores são diferentes em cada estado Brasileiro! Mas, independentemente de onde for trabalhar, para ganhar bem, registrando imagens incríveis, olha só as dicas a seguir…

Dicas para ingressar no mercado

Para entrar nesse que é um mercado concorrido a dica é contar com um portfólio. Mas não daqueles à moda antiga. O interessante é ter uma conta nas redes sociais, como Instagram e Flickr, onde possa mostrar todo o seu talento em fotografia.

Além de ser uma ótima maneira de exibir toda a sua versatilidade, quanto maior for o seu número de seguidores, maior será a probabilidade de que potenciais clientes vejam o seu trabalho e queiram contratá-lo.

Outra dica importante é encontrar um estilo próprio. É claro que a maturidade ajuda muito nesse sentido e, quem está começando, perde-se um pouco no meio do caminho. Mas, se tiver foco e certeza do que deseja fotografar essa tarefa será bem mais fácil.

Por último, não esqueça que as técnicas são muito importantes e estudar sempre vale a pena. Por isso, mesmo depois da graduação em fotografia é importante continuar a pesquisar, conhecer novos equipamentos e o trabalho de outros fotógrafos renomados.  

Máquina Fotográfica: Linha do Tempo.

Máquina Fotográfica Antiga: Como Surgiu?

O francês Joseph Nicéphore Niépce utilizou placa de estanho, coberta com um derivado de petróleo fotossensível (chamado Betume da Judéia) para registrar a imagem. A fotografia – de sua janela – permanece preservada até hoje!

Em parceria com outro francês, Louis-Jacques Mandé Daguerre, Niépce iniciou em 1829 pesquisas para desenvolver um método e aparelho que realizasse este processo.

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Quem inventou a máquina fotográfica?

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Louis-Jacques Mandé Daguerre – inventor da primeira câmera fotográfica

Após dez anos de pesquisa, em 07 de janeiro de 1839, Louis-Jacques Mandé Daguerre apresenta o daguerreótipo na Academia Francesa de Ciência, em Paris.

Esta é considerada a primeira máquina fotográfica da história. Aprenda mais sobre ela:

A primeira máquina fotográfica

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Daguerreótipo, uma câmera rudimentar, foi construído a partir de uma caixa, completamente escura. Nela, estava uma placa de de ouro que, quando exposta em vapores de iodo, formava uma camada de iodeto de prata sobre si.

A placa era, então, revelada em vapor de mercúrio e tinha a imagem fixada com uma solução de tiossulfato de sódio.

Apesar de não possibilitar cópias das imagens produzidas, o aparelho se difundiu rapidamente pelo mundo.

A partir desta incrível inovação, muitos outros pesquisadores contribuíram através dos anos para otimizar o processo do registro de imagens.

Como funcionam as máquinas fotográficas antigas

As máquinas fotográficas antigas ficaram famosas por serem pouco acessíveis e difíceis de operar. Por muito tempo, também era raro obter imagens nítidas com estes aparelhos.

Mas porquê era tão difícil – e caro – tirar fotografias no passado?

Bem, isso tem muito a ver com o processo utilizado para registrar as imagens.

Veja como as máquinas fotográficas antigas funcionavam:

  1. Uma placa de metal – normalmente ouro – era exposta a vapores de iodo;
  2. Uma camada de iodeto de prata era formada sobre a placa, que era armazenada em uma câmara escura;
  3. Quando exposta à luz, a placa era revelada em vapor de mercúrio aquecido;
  4. O vapor de mercúrio aderia nos pontos da placa que foram expostos a mais luz, formando imagens;
  5. As imagens eram fixadas na placa por uma solução de tiossulfato de sódio.

Foi apenas em 1841 que as máquinas fotográficas antigas passaram a utilizar papel ao invés de metais. Estas câmeras tinham o seguinte funcionamento:

  1. O papel era impregnado com iodeto de prata e exposto à luz em uma câmara escura;
  2. A imagem era revelada com ácido gálico e fixada com tiossulfato de sódio;
  3. O resultado era um negativo da imagem;
  4. Este negativo era impregnado de óleo até tornar-se transparente;
  5. O positivo era produzido através do contato com papel sensibilizado.

Você provavelmente reconhece esse processo. Isso porque uma variação dele é utilizada nas câmeras de filmes até hoje!

Linha do Tempo da Máquina Fotográfica

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Confira agora uma linha do tempo contendo as mais importantes evoluções da máquina fotográfica antiga através dos anos:

1839 – 1900: As primeiras câmeras fotográficas

  • 1839, Daguerreótipo: primeiro equipamento fotográfico fabricado em escala comercial.
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Máquina Fotográfica Antiga: Daguerreótipo
  • 1840: Friedrich Voigtländer e John F. Goddard criam lentes com abertura maior e ressensibilizam a placa com bromo.
  • 1841: William Henry Fox Talbot lança o calótipo, processo mais eficiente de fixar imagens e o primeiro a utilizar papel e a registrar imagens negativas que, posteriormente, eram transferidas para outro papel em suas versões positivas.
  • 1860, Sutton Panoramic: foi a primeira câmera a fazer fotos panorâmicas através de uma lente grande angular, preenchida com água.
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Máquina Fotográfica Antiga: Sutton Panoramic
  • 1888, Kodak nº 1: primeira câmera a utilizar filme de rolo, destinada ao fotógrafo amador.
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Máquina Fotográfica Antiga: Kodak nº 1
  • 1897, Folding Pocket Kodak: primeira câmera de fole dobrável, trazendo mobilidade às câmeras profissionais.
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Máquina Fotográfica Antiga: Folding Pocket Kodak

1900 – 1950: Avanços tecnológicos fundamentais

  • 1903, Dr Miethe’s Dreifarben: primeira câmera a utilizar três cores.
Maquina Fotografica Antiga: Dr Miethe’s Dreifarben
  • 1910, Debrie Sept: primeira câmera a ser utilizada para sequências cinematográficas.
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Máquina Fotográfica Antiga: Debrie Sept
  • 1913, Ur-Leica: primeiro protótipo de câmera 35 milímetros, projetada por Oskar Barnack.
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Máquina Fotografia Antiga: Ur-Leica
  • 1924, Ermanox: criada pelo alemão Heinrich Ernemann e muito utilizada para o fotojornalismo.
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Máquina Antiga de Fotografia: Ermanox
  • 1932: Contax I: câmera 35mm, criada para competir com a Leica.
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Máquina de Fotografia Antiga: Contax I
  • 1933, Exakta: uma série de câmeras SLR fabricadas pela pioneira empresa alemã Ihagee Kamerawerk.
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Maquina Fotografica Antiga: Exakta
  • 1934, Kwanon: primeiro protótipo de câmera de 35mm do Japão, precedente da Canon como conhecemos hoje.
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Maquina Fotografica Antiga: Kwanon
  • 1936, Hansa Canon: primeira câmera 35mm fabricada em série do Japão.
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Máquina Fotográfica Antiga: Hansa Canon
  • 1947, Polaroid Model 95: primeira câmera instantânea com filme, da história, projetada por Edwin Land.
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Máquina Fotográfica Antiga: Polaroid Model 95
  • 1947, Stereo Realist: a câmera estéreo 35mm mais popular da história.
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Maquina Fotográfica Antiga: Stereo Realist
  • 1948: Nikon I: a primeira câmera da Nikon.
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Primeira máquina fotográfica da Nikon
  • 1950, Kapsa “Pinta Vermelha”: primeira câmera de fabricação brasileira.
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Kapsa : primeira câmera de fabricação brasileira

1950 – 1970: A fotografia toma o mundo

  • 1955, Sputnik: câmera estéreo média, fabricada na Rússia.
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Máquina Fotografica Antiga: Sputnik
  • 1958, Leica MP2: a primeira câmera com um motor elétrico acoplado.
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Câmera Fotográfica Antiga: Leica MP2
  • 1959, Canonflex: a primeira SLR da Canon.
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Câmera Fotográfica Antiga: Canonflex
  • 1960, Diana: câmera de baixo custo muito popular durante a década de 1960, utilizada para fazer fotografias impressionistas
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  • 1966, Rollei 35: a menor câmera 35mm fabricada em sua época, com cerca de 2 milhões de unidades produzidas
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Câmera Fotográfica Antiga: Rollei 35
  • 1967, Olympus Trip 35: a câmera compacta mais popular da década de 70.
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Maquina Fotográfica Antiga: Olympus Trip 35

1970 – 1990: A democratização da fotografia

  • 1972, Polaroid SX-70: primeira SLR a utilizar filme instantâneo.
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Máquina fotográfica: Polaroid SX-70
  • 1975, Kodak Sasson: protótipo da primeira câmera fotográfica sem filme da história.
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Maquina Fotográfica Antiga: Kodak Sasson
  • 1976, Pentax K1000: SLR fabricada por mais de 20 anos e muito utilizada por estudantes de fotografia.
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  • 1977, Konica C35 AF: primeira câmera fotográfica antiga compacta com autofoco.
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Câmera Fotográfica Antiga: Konica C35 AF
  • 1980, Polaroid 600: série de câmeras de filmes instantâneos muito populares pelos seus preços mais acessíveis.
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Câmera Fotográfica Antiga Instantânea: Polaroid 600
  • 1981, Sony Mavica: a primeira câmera eletrônica da história.
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Câmera Fotográfica Antiga: Sony Mavica
  • 1983, Canon T50: a primeira câmera SLR automática.
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Câmera Fotográfica Antiga: Canon T50
  • 1990, Zenit 122: câmera SLR muito popular durante a década de 1990 devido a seu baixo custo.
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Maquina Fotográfica Antiga: Zenit 122
  • 1991, Kodak DCS 100: a primeira câmera SLR digital.
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Máquina Fotográfica Digital: Kodak DCS 100

Câmera Analógica x Câmera Digital

Com o que você aprendeu até agora, já é possível ter algumas noções sobre as diferenças entre as câmeras analógias e as digitais. Vamos revisar:

  • As câmeras analógicas utilizam um processo parecido com o desenvolvido por William Henry Fox Talbot em 1841.
  • As câmeras digitais também funcionam através do registro da luz; No entanto, o fazem utilizando um sensor que converte a luz em cargas elétricas;
  • A maioria dos ajustes feitos através da câmera digital – como velocidade do obturador, filtro de cores e outros- podem ser realizados com uma câmera analógica. Tudo que você precisa é de um pouco de conhecimento e experiência e alguns equipamentos específicos;