Polaroid

Saiba tudo sobre a câmera fotográfica que foi sucesso absoluto nos anos 90

Você vê algo que te chama atenção, aponta a lente para focar, faz o clique e confere a foto. Esse movimento tão natural nem sempre foi simples assim. Antes da invenção das câmeras digitais, só era possível saber o resultado de uma foto depois de revelar o filme da máquina. A menos que você tivesse uma Polaroid.

Coisa de criança

Foi durante uma temporada de férias que o físico americano Edwin Land ouviu de sua filha de apenas 3 anos a pergunta que mexeu com sua cabeça. “Por que não podemos ver a foto agora, papai? ”. A solução viria 5 anos depois, em 1948, com o lançamento da primeira câmera instantânea da história.

Um passe de mágica

A grande inovação proposta pela Polaroid foi a inclusão dos químicos de revelação dentro do próprio filme. Assim, após disparar a foto, o papel fotográfico passa por dois rolos que espalham as substância na sua superfície enquanto ele sai da máquina. A imagem poderia ser conferida 1 minuto depois, como num passe de mágica.

Da popularização ao universo pop

As primeiras Polaroids se tornaram um sucesso de vendas, mas ainda só era possível fazer fotos preto & branco com a câmera. Em 1963, isso mudou. Com o lançamento do filme instantâneo colorido, a marca entrou de vez para o universo pop. A baixa saturação das cores, os pontos de desfoque e a moldura das fotos se transformaram em recursos estéticos para artistas como Andy Warhol. Depois de se consolidar como uma das câmeras mais desejadas, a Polaroid virou pop art.

Câmera compacta, design mítico

A câmera instantânea da Polaroid passou por uma grande evolução até chegar às suas versões mais conhecidas. Primeiro, ela se tornou uma máquina mais compacta:

Depois, ela apresentou seu visual mais conhecido e adorado.

Até hoje as pessoas disputam os modelos antigos das máquinas em sebos, de tão amada que a câmera se tornou.

O fim, ou melhor, um novo começo

O novo milênio popularizou as câmeras digitais e a Polaroid, junto com a fotografia analógica, foi perdendo espaço entre os cliques das pessoas. Até que a empresa anunciou em 2008 que iria praticamente se dedicar ao negócio digital. Um final que mais pareceu uma pausa, já que a câmera voltou a ser produzida recentemente com seu design clássico.

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Câmera Escura

Câmara Escura foi a primeira grande descoberta da fotografia. É uma caixa composta por paredes opacas, que possui um orifício em um dos lados, e na parede paralela a este orifício, uma superfície fotossensível é colocada.

O funcionamento da câmara escura é de natureza física. O princípio da propagação retilínea da luz permite que os raios luminosos que atingem o objeto e passem pelo orifício da câmara sejam projetados no anteparo fotossensível na parede paralela ao orifício. Esta projeção produz uma imagem real invertida do objeto na superfície fotossensível. Quanto menor o orifício, mais nítida é a imagem formada, pois a incidência de raios luminosos vindos de outras direções é bem menor.

Apesar de ter sido desenvolvida realmente no século XIX, pelos precursores da fotografia, há relatos do uso da câmara escura desde a Antiguidade, pelo filósofo grego Aristóteles, que a utilizava para fazer observações astronômicas. Mais tarde, no século XI, o árabe Ibn al-Haitham também fez referência à câmara escura como auxiliar na observação de um eclipse solar. No século XIV, alguns artistas já utilizavam a técnica da câmara escura como auxiliar na produção de desenhos e pinturas. Em seguida, no Renascimento, Leonardo Da Vinci escreveu sobre o mecanismo de captura de imagens. Posteriormente, no século XVII, foi colocado um sistema óptico, a fim de melhorar a qualidade e a captura das imagens.

A relação do tamanho do orifício com a nitidez do objeto trazia um problema. Quanto menor o orifício, mais nítidos são os traços, no entanto, com a diminuição da entrada de luz, havia um considerável escurecimento da imagem produzida. Por este motivo, foi desenvolvido o mecanismo de uso de lentes em 1550, pelo físico italiano Girolamo Cardano, que utilizou uma lente biconvexa. Cardano levou em consideração a capacidade de refração do vidro, que convergia os raios luminosos refletidos no objeto, formando assim uma imagem puntiforme, nítida e clara.

Muitas câmaras escuras foram produzidas ao longo da história, desde câmaras enormes, do tamanho de quartos, até câmaras pequenas. Existem poucas no mundo hoje, mas é possível ver algumas em Grahamstown na África do Sul, Bristol na Inglaterra, Kirriemuir, Dumfries e Edinburgh na Escócia, Santa Monica e São Francisco na Califórnia e no Museu da Vida da Fundação Oswaldo Cruz, no Rio de Janeiro.

PROCESSO FOTOGRÁFICO: Papel albuminado

impressão em papel albuminado foi inventada em 1850 por Louis Désiré Blanquart-Evrard, e foi o primeiro método comercialmente viável de se obter impressões fotográficas a partir de negativos. Usava albumina (extraída de clara de ovo) para fixar os sais de prata ao papel. Foi a forma mais popular de impressão fotográfica até o início do século XX, tendo sido usada nas fotografias carte-de-visite.

Processo

O papel (geralmente de algodão) era coberto com albumina. Depois era sensitizado com nitrato de prata, e seco sem ser exposto à luz.

“Mary Mother”, impressão em papel albuminado, de Julia Margaret Cameron

A imagem era impressa por meio de contato direto, na época, uma negativo em placa de vidro. Hoje, isso pode ser feito usando filme de grande formato. O papel era sensível à luz ultravioleta, que é preferível ao uso de luz solar direta (o resultado é mais previsível). O papel devia ser exposto até a imagem atingir tons um pouco mais claros do que o resultado final desejado.

Por fim, um banho de tiosulfato de sódio fixava a imagem. Opcionalmente, a imagem podia ser tonalizada(sépia ou outras cores) usando diversos compostos.

Detalhe de impressão em papel albuminado

DESAFIO: Fotografias de momentos ícones do cinema!

O cinema é considerado por muitos a sétima arte, entretanto, será que você é um real apreciador desse modelo de expressão?

A fotografia no cinema ou cinematografia é o elemento que diz respeito à captação das imagens, por meio de filmagens em película ou utilizando câmeras digitais. Ou seja, ela abrange tudo o que se relaciona à “impressão” daquilo que será visto pelo espectador, posteriormente.

Isso quer dizer que a direção de fotografia é a área que controla o processo de construção e o registro das imagens, levando para a tela toda a atmosfera e a linguagem imaginadas na pré-produção, por meio de ferramentas técnicas como iluminação, filtros, lentes, movimentos de câmera, enquadramento, cor, exposição, etc.

Fica aqui um desafio para testar seus conhecimentos, diga de qual filme foi retirada as seguintes fotos!
(respostas no final da página)

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Respostas

  1. Incepetion – 2010
  2. Pulp Fiction: Tempo de Violência – 1994
  3. Bastardos Inglórios – 2009
  4. Scarface – 1983
  5. Forrest Gump: O Contador de Histórias – 1994
  6. Brilho Eterno de uma Mente sem Lembranças – 2004
  7. Advogado do Diabo – 1997
  8. Modern Times – 1936
  9. Alien, o Oitavo Passageiro – 1979
  10. The Truman Show – 1998
  11. Matrix – 1999
  12. Rocky: Um Lutado – 1976

Como Fazer Uma Cianotipia

A cianotipia foi um dos primeiros processos de impressão fotográfica em papel. Foi descoberta por Sir John Herschel, notável cientista, cuja atividade principal era a astronomia, tendo feito diversos achados neste campo. Além disso, fez pesquisas relevantes na fotografia e, segundo autores abalizados, deve-se a ele também a descoberta do hipossulfito como agente fixador.

Um processo simples e bastante versátil, quase sempre tratado como mera curiosidade e que tem na escala de azul sua principal e distinta característica visual. Para aplicá-lo são somente necessárias duas soluções, uma fonte qualquer de radiação ultra-violeta e água.

A Química.

Primeira solução: diluir 25g de citrato férrico amoniacal (verde) em 60 ml de água, depois completar o volume, com água, até 100 ml.

Segunda solução: diluir 10g de ferricianeto de potássio em 60 ml de água, depois completar o volume, com água, até 100 ml.

Atenção: O citrato férrico amoniacal tem duas formas, a verde e a marrom. A verde apresenta melhores resultados.

O Suporte.

Deve se utilizar um papel que possa suportar uma lavagem prolongada. Os melhores são os papéis usados para técnicas molhadas como guache e aquarela. Pessoalmente prefiro o Canson Montval 300g. Não há necessidade de especial preocupação quanto ao papel ser ácido, aliás a cianotipia, em meio alcalino desbota.

Sensibilização do Papel.

Misturar volumes iguais das duas soluções e, com uma trincha, aplicar diretamente sobre o papel. Alguns autores indicam que essa aplicação não pode ser feita com nenhum tipo de pincel que tenha uma virola de metal porque ocorreria oxidação que influenciaria no resultado final. Essa oxidação de fato ocorre, mas se o pincel for bem lavado após cada sessão isso somente será um problema após várias semanas.

A sensibilização do papel não precisa ser feita no escuro. Uma lâmpada de 40w a uns três metros de distância não causará nenhum dano. Por outro lado nunca use lâmpadas fluorescentes ou tente sensibilizar o papel durante o dia sem estar com as cortinas fechadas (bem fechadas). A mistura das duas soluções é sensível a radiação UV.

Uma vez sensibilizado o papel, deixe-o em um local escuro para secar. Esse papel deve ser utilizado em, no máximo, 48 horas. Após esse tempo a oxidação natural da solução tornará seu uso impraticável.

O Negativo.

Por ser um processo de contato é necessário que o negativo utilizado seja do mesmo tamanho da cópia desejada. Você pode mandar fazer um fotolito ou então, o que é mais fácil e barato, fazer seus próprios negativos a partir de qualquer arquivo digital. O procedimento é simples e pode ser feito com qualquer bom editor de imagens com os seguintes passos:

foto original => escala de cinza => inverter => ajustes de brilho e contraste=> imprimir (somente tinta preta)

A impressão pode ser feita com uma boa impressora de jato de tinta usando uma transparência.

Exposição.

Como em todos os processos para cópia usados ao longo do Século XIX, a obtenção da imagem era feita por contato direto do negativo com o papel. Para isso eram usados chassis próprios no entanto, para facilitar nossa vida, podemos fazer a mesma coisa com um sanduiche feito com duas placas de vidro e entre elas, o papel sensibilizado posto sob o negativo que se deseja copiar.

Esse conjunto é exposto ao sol ou outra fonte qualquer de UV o tempo necessário para a formação de imagem.

Aí é que entram a prática e o bom senso. A intensidade de UV varia em função da estação do ano, do local, da hora do dia e das condições metereológicas, ou seja. Você só vai conseguir “acertar a exposição” depois de algumas sessões de ensaio e erro.

A Revelação”.

Isso é simples. Basta colocar o papel em uma bandeja (essas de plástico branco e borda alta servem), com água corrente até que todo o excesso da solução sensibilizante seja lavado, depois é só deixar secar na sombra e pronto. Em três ou quatro dias, a imagem adquirirá seu tom azul definitivo.

Esse é o processo básico para a cianotipia e existe um sem número de variações tanto de fórmulas quanto de aditivos que podem ser utilizados na “revelação” quanto em viragens ou tingimentos da cópia, mas isso é para outro post.

A cianotipia foi um dos primeiros processos de impressão fotográfica em papel. Foi descoberta por Sir John Herschel, notável cientista, cuja atividade principal era a astronomia, tendo feito diversos achados neste campo. Além disso, fez pesquisas relevantes na fotografia e, segundo autores abalizados, deve-se a ele também a descoberta do hipossulfito como agente fixador.

Cristiano Mascaro – e a lente crítica

Cristiano Mascaro (Catanduva, 22 de outubro de 1944) é um arquiteto e fotógrafo brasileiro. Atuou como repórter fotográfico na revista Veja, entre 1968 e 1972. Dedica-se a documentar as cidades brasileiras, em especial a arquitetura da cidade de São Paulo.

Mestre em estruturas ambientais urbanas, com a dissertação O Uso da Fotografia na Interpretação do Espaço Urbano (1986) e Doutor (1994), com a tese A Fotografia e a Arquitetura, ambos pela Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da Universidade de São Paulo, onde dirigiu o Laboratório de Recursos Audiovisuais entre 1974 e 1988. Foi professor de foto jornalismo da Enfoco Escola de Fotografia (1972-1975) e de comunicação visual na Faculdade de Arquitetura e Urbanismo de Santos (1976-1986).

Na faculdade, ele teve contato com grandes artistas brasileiros, como o cenógrafo Flávio Império e o arquiteto João Batista Vilanova Artigas. Ao  mesmo tempo, o País passava por um turbulento momento político e, dentro desse contexto, a vivência universitária foi ainda mais valiosa. “Eu entrei na FAU em 1964 e saí em 1968, dois anos muito marcantes”, conta. “Nesse período, apesar da ditadura, havia um movimento de resistência na música, no teatro, nos jornais. Para mim, foi um privilégio estar na FAU e acompanhar aquele momento desse ponto de vista do combate, da resistência.”

Cristiano um estilo próprio, que na exposição é explorado conforme os diferentes eixos que seu trabalho seguiu, tanto no formato, com diferentes tipos de câmera, quanto na temática. Há uma seção dedicada apenas a retratos, por exemplo, assim como uma para imagens de casas e interiores, e outra para fotos feitas com o celular.

Também em destaque na mostra, um ponto importante da obra de Mascaro é o olhar sobre as cidades e a arquitetura. Criado em São Paulo, ele conta que essa característica o acompanha desde a juventude. “Naquele tempo, a gente ia a pé para o cinema, para a escola, e eu ficava admirando aqueles prédios”, lembra. Houve ainda um impacto do cinema, de filmes que tematizavam a vida urbana, como alguns do movimento francês da Nouvelle Vague.

QUAL CÂMERA COMPRAR PARA ESTUDAR OU TRABALHAR COM FOTOGRAFIA

Se você tomou a decisão de investir mais tempo em sua fotografia, fazendo um curso, como o nosso Curso Completo de Fotografia – Caçadores de Imagens, e pretende aprofundar na arte e na técnica fotográfica, explorando os controles manuais de sua câmera, chegou a hora de você fazer um upgrade para uma câmera profissional para iniciante, do tipo DSLR ou mirrorless. Essas câmeras podem até ser mais caras que câmeras compactas ou superzooms, mas elas permitem que você troque de lentes, o que as torna câmeras mais eficazes em uma variedade de situações, assim você pode fotografar desde paisagens até jogos de futebol. E mesmo os equipamentos de entrada das DSLR ou mirrorless, possuem uma ótima qualidade de imagem até para quem deseja trabalhar com fotografia ou investir em seu novo hobby.

• DSLR DE ENTRADA, CÂMERA PROFISSIONAL PARA INICIANTES

Se você quer imagens de qualidade profissional sem gastar muito, você pode obter uma DSLR de entrada, que é, sem dúvidas, a melhor aposta, uma excelente câmera profissional para iniciantes. As DSLRs de entrada, são adaptadas para iniciantes e possuem grandes sensores APS-C. Se você compará-las com câmeras com sensores menores, você vai descobrir um alcance dinâmico muito maior, a capacidade de fazer bokehs maravilhosos destacando seus motivos fotográficos e produzir imagens mais limpas e detalhadas ao fotografar durante a noite ou em um lugar fechado.

Além disso, essas câmeras são projetadas para permitir que você controle configurações como abertura do diafragma, velocidade do obturador e sensibilidade do ISO. Os visores óticos facilitam o disparo usando o foco manual. Alguns modelos possuem telas giratórias e sensíveis ao toque, auxiliando em uma captura de vídeo mais confortável e precisa. São câmeras mais volumosas que as mirrorless, mas se você estiver disposto a suportar o peso extra, você será recompensado com uma qualidade de imagem de alto nível sem precisar gastar muito.

Nossas sugestões, neste caso, são: Nikon D3200, Nikon D3300, Nikon D3400, Nikon D5200, Nikon D5300, Sony α58, Canon T5, Canon T5i e Canon T6i.

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• DSLR INTERMEDIÁRIAS

DSLRs intermediárias podem ser ainda mais volumosas e pesadas que as DSLRs de entrada e que as mirrorless, mas existem algumas razões para que a maioria dos profissionais ainda apostem nelas. A principal razão é o seu sistema de autofoco (AF) extremamente sofisticado que pode acompanhar com sucesso assuntos que se movem muito rápido – o que significa mais fotos focadas em um ponto que você deseja manter. Algumas dessas DSLRs oferecem a opção de preencher praticamente todo o quadro com pontos AF para que o seu assunto nunca esteja fora do alcance.

Nossas sugestões, neste caso, são: Nikon D7000, Nikon D7100, D7200, D7300, D500, Sony α77, Canon 70D, 80D e 7D Mark II.

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• DSLR AVANÇADAS:

Ao falar em câmeras DSLR avançadas, é comum ouvir o termo Full Frame. Este assunto está relacionado ao tamanho do sensor e ao aproveitamento do mesmo. Assim como os filmes das câmeras analógicas têm tamanhos diferentes, as câmeras digitais também têm sensores com tamanhos diferentes. O sensor Full Frame tem o mesmo tamanho do filme analógico, o que permite captar mais luz através de um ISO mais alto. Esse ganho em sensibilidade pode ajudar muito em situações de baixa luminosidade, como fotos noturnas. O tamanho da imagem gerada pelo Full Frame também será maior. As dimensões desse sensor captam mais megapixels e possibilitam ampliações maiores da foto, o que o torna interessante para quem deseja se profissionalizar. Aproveitando ao máximo a imagem gerada pela lente, esse sensor não é cropado (veja câmeras DSLR de entrada e DSLR intermediárias): ou seja, uma lente 50mm funcionará como uma lente 50mm. Câmeras com sensor Full Frame têm inúmeras vantagens em relação às cropadas, como maior resolução, menor ruído, porém também geram arquivos maiores e o preço também é relativamente maior. Por isso, quando não há a necessidade de arquivos maiores, uma câmera cropada resolve bem, além de ter um menor custo.

Neste caso, nossas sugestões são: Nikon D610, Nikon D750, Nikon D810, Sony α99, Canon 6D e Canon 5D.

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• MIRRORLESS DE ENTRADA, CÂMERA PROFISSIONAL PARA INICIANTES

Outra opção de câmera profissional para iniciantes são as câmeras mirrorless. Câmeras sem espelho que possuem a qualidade de imagem de uma DSLR em um corpo muito menor.‘

As mirrorless são câmeras do tamanho de compactas, mas com uma qualidade superior. Ao contrário das câmeras DSLR, elas não possuem um dispositivo ótico (com espelho e prisma), por isso são tão pequenas. Embora seja uma tecnologia nova, muitas pessoas já as utilizam profissionalmente. Sua maior vantagem é ter uma qualidade comparável à das câmeras maiores, mas em um tamanho reduzido. Isso pode ser um problema para quem se acostumou à forma de segurar as câmeras maiores e também para quem gosta do visor ótico. As imagens terão uma qualidade suficientemente alta para que você faça grandes impressões ou para cortar e ampliar suas imagens, assim você terá mais possibilidades ao editar e resultados ainda mais incríveis. As fábricas de câmeras têm construído constantemente um arsenal de lentes impressionantes para as mirrorless, garantindo que haja uma lente mais adequada para cada necessidade fotográfica.

Nossas sugestões, neste caso, são: Sony A6000, Sony NEX 7, Sony A6300, Olympus OM-D E-M10 II, Fujifilm X-T20, Panasonic Lumix DMC-G85 ou Panasonic Lumix DMC-G85.

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• MIRRORLESS AVANÇADAS

Se você quer uma mirrorless mais sofisticada e que tenha um excelente desempenho em qualquer situação. Esses modelos são mais caros, mas pelo preço, você obtém corpos metálicos robustos que são selados contra a água e poeira e são fabricados para funcionar em temperaturas abaixo de zero. Seus visores eletrônicos grandes e brilhantes estão entre os melhores que já vimos, e você tem uma grande quantidade de botões – muitos dos quais podem ser personalizados – para mudar rapidamente as configurações da câmera e de exposição para que você não perca a próxima foto.

Estas são câmeras para fotógrafos avançados exigentes e que estão dispostos a pagar pelo desempenho de uma câmera que é líder da classe. Para tirar o máximo de proveito desse tipo de equipamento, você precisa passar algum tempo com o manual de instruções. E elas exigem um compromisso financeiro que vai além do preço das câmeras de entrada. As grandes lentes podem custar tanto ou mais que a própria câmera, e a partir do momento que você começar a investir nas lentes de uma determinada marca, trocar de marca mais tarde pode ser muito caro. Mas se você puder investir em uma câmera dessas, provavelmente você não precisará comprar outra câmera durante muitos anos.

Nossas sugestões, nesse caso, são: Fuji X-T2, Fujifilm X-T1, Olympus E-M1 II, Olympus PEN-F, Sony A6500, Sony A7II e a novíssima Sony A9.