A EVOLUÇÃO DA FOTOGRAFIA: ENTENDA COMO SURGIRAM OS ESTILOS QUE VOCÊ CONHECE HOJE

Até chegar ao nível de fotografia que você vê hoje e pode desfrutar, houve diversas alterações ao longo do tempo. Várias tecnologias nasceram e mudanças ocorreram, impactando diretamente nas fotografias e forma com que as pessoas veem o mundo hoje.

Para que você seja um fotógrafo bem-sucedido, é necessário que entenda como surgiram as tecnologias utilizadas antigamente e suas evoluções que resultam nos recursos fotográficos que você pode utilizar hoje.

Para que essa evolução acontecesse, foi necessário a participação de diversos artistas visuais e cientistas, alguns reconhecidos e outros não. Conheça melhor essa história!

UM POUCO Da história da fotografia

Você sabia que a primeira fotografia tirada foi em 1793? Um cientista italiano fez um experimento no ano de 1724, onde constatou que se a prata do grupo dos halogêneos fosse convertida em metálica, poderia trazer imagem mais escura ao Sol.

Primeira fotografia tirada

Depois disso, em 1973, teve como imprimir a imagem de algo em um local, mas pouco tempo depois a imagem não permanecia.

Após vários outros experimentos, de diversas outras pessoas que contribuíram para o crescimento da área fotográfica, surgiu então a primeira fotografia permanente registrada e guardada que foi em 1826, tirada por Joseph Niépce.

Esse tipo de foto precisava ficar exposta a, pelo menos, 8 horas em luz solar para ser revelada. Isso foi desenvolvido pouco tempo depois por Daguerre, que criou o “daguerreotipia” que diminuía todo esse tempo de horas para minutos apenas. Daguerre patenteou o seu projeto e depois disso foi cada vez mais utilizado.

COMO SURGIU A IMAGEM COLORIDA

Até o momento acima, as imagens eram todas em preto e branco ainda, mas com os estudos de muitas pessoas, houve a primeira imagem colorida.

Primeira imagem colorida

Essa primeira imagem com cor foi apresentada em 1861 por William Talbot utilizando recursos com papeis fotossensíveis e outras folhas de papel para produzir imagens positivas.

William não conseguiu ser reconhecido, vez que demorou para anunciar como seu inventor. Aqui no Brasil, Hércules Florence melhorou esse projeto conseguindo desenvolver negativos. Hércules só teve o reconhecimento em 1976, por esse projeto que se chamava Photographie.

Até o momento acima, as imagens eram todas em preto e branco ainda, mas com os estudos de muitas pessoas, houve a primeira imagem colorida.

Essa primeira imagem com cor foi apresentada em 1861 por William Talbot utilizando recursos com papeis fotossensíveis e outras folhas de papel para produzir imagens positivas.

William não conseguiu ser reconhecido, vez que demorou para anunciar como seu inventor. Aqui no Brasil, Hércules Florence melhorou esse projeto conseguindo desenvolver negativos. Hércules só teve o reconhecimento em 1976, por esse projeto que se chamava Photographie.

William não conseguiu ser reconhecido, vez que demorou para anunciar como seu inventor. Aqui no Brasil, Hércules Florence melhorou esse projeto conseguindo desenvolver negativos. Hércules só teve o reconhecimento em 1976, por esse projeto que se chamava Photographie.

O SURGIMENTO DA FOTOGRAFIA PARA O MERCADO

Kodak foi a primeira empresa a fazer o que é chamado hoje de Marketing, onde apresentou a fotografia como uma novidade para o público. As pessoas não precisariam mais de um fotógrafo para tirar um retrato, ou, de um pintor para retratar um quadro da família para colocar nas paredes da casa – como era antigamente.

George Eastman criou os rolos substituíveis (os famosos “filmes”) e a Kodak aproveitou para promover a introdução da sua câmera da época (chamada de “caixão”) assim vendendo todo o conjunto e a visão para o público.

Fotografia digital

Através de diversos estudos, se pode comprovar as evoluções tecnológicas que afetaram, positivamente, a fotografia. No século XX, com a digitalização, houve um avanço fotográfico enorme. Hoje, por exemplo, não se lê uma matéria sem fotografia seja por um artigo em um site (inclusive essa que você está lendo), até mesmo em uma matéria jornalística ou esportiva, por exemplo.

digitalização da fotografia foi um avanço que trouxe grandes benefícios para o mundo fotográfico.

Imagine você, ter que tirar um números limitados de fotos, demorar um tempo para revelar e só poder rever as suas fotos se as carregar impressas com você? Pois é, hoje não se imagina mais o mundo sem as Selfies e as demais fotos que as pessoas tiram até mesmo para guardar.

Toda essa praticidade foi graças ao desenvolvimento digital na fotografia.

EVOLUÇÃO DA FOTOGRAFIA

Apesar de toda a evolução da fotografia e todo o tempo que levou para conseguir chegar a essa digitalização, nenhuma experiência foi perdida e nenhum tempo também.

A evolução permitiu com que outras formas fotográficas fossem conhecidas e muitas delas você ainda utiliza hoje, como a fotografia em preto e branco, por exemplo.

Uma curiosidade da fotografia é que ela só tem 177 anos de existência e graças a todos os envolvidos nos estudos da fotografia, se pode ver as coisas de formas diferentes hoje.

Conheça ou lembre de alguns recursos da evolução fotográfica que você ainda utiliza hoje como recurso fotográfico, já utilizou ou deve utilizar para enriquecer as suas fotos.

FOTOGRAFIA PANORÂMICA

Após a fotografia em preto e branco e colorida, foi criado um recurso importante chamado de Fotografia Panorâmica. Esse recurso permite que você comece a tirar a foto a partir de um ponto e arraste por toda a paisagem chegando até 360º de rotação, assim conseguindo capturar toda a imagem ao redor.

Você que já utilizou esse estilo, deve ter percebido que é muito útil, porque em algumas ocasiões o enquadramento normal do celular ou câmera não captura toda a paisagem desejada.

Após a fotografia em preto e branco e colorida, foi criado um recurso importante chamado de Fotografia Panorâmica. Esse recurso permite que você comece a tirar a foto a partir de um ponto e arraste por toda a paisagem chegando até 360º de rotação, assim conseguindo capturar toda a imagem ao redor.

Você que já utilizou esse estilo, deve ter percebido que é muito útil, porque em algumas ocasiões o enquadramento normal do celular ou câmera não captura toda a paisagem desejada.

Você que já utilizou esse estilo, deve ter percebido que é muito útil, porque em algumas ocasiões o enquadramento normal do celular ou câmera não captura toda a paisagem desejada.

SELFIES E RECURSOS DIGITAIS Na fotorafia

Hoje existem diversas atualizações nesse mundo da fotografia, uma delas é a Selfie que é vista, em maioria, nas redes sociais.

Depois de toda a popularização da câmera fotográfica, houve a modernização dos celulares – que possuem cada vez mais funções fotográficas do que seus recursos iniciais como ligações – e criação de câmeras frontais com boas qualidades para cada pessoa poder utilizar o seu próprio celular para registrar suas imagens e compartilhar com amigos.

Além das redes sociais, existem diversas outras formas de guardar as fotografias. Quem diria que, um dia, as pessoas não precisariam mais de álbuns fotográficos e não precisariam mais gastar dinheiro com revelações!

Foram inventados “álbuns digitais” onde foram criados:

  • Portfólios – lugares que os fotógrafos deixam suas imagens disponíveis na internet para quem quiser ver e contratar seus serviços;
  • Armazenamento em Nuvens ou Drives – se você não gosta de perder espaço em seu celular, câmera ou computador, você pode utilizar a transferência dos seus arquivos para as nuvens ou drives;
  • Álbuns fotográficos digitais – fotógrafos que utilizam plataformas digitais para promover suas fotografias e conseguir mais trabalhos.
  • Vendas de Fotografias pela internet – um serviço cada vez mais utilizado é o banco de imagens pela internet, onde o fotógrafo disponibiliza as suas fotos para quem quiser comprar sem precisar sair de casa.
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Semana tem slam das minas e bate-papo sobre mulheres na fotografia

Olhares Delas
O coletivo Olhares Delas, que dá voz das mulheres na fotografia, promove um evento no MIS, neste sábado (15). O dia será dividido em quatro painéis, que abordam temas como a visibilidade das mulheres na fotografia, machismo, assédio e a importância da representatividade da mulher real na fotografia. Estão previstas as participações de fotógrafas como Carolina Pedrosa e Fraga (foto).
MIS – Av. Europa, 158, Jardim Europa, tel. 2117-4777. Sáb.: 14h às 22h. Até 15/6. Livre. Grátis. 

A fotografia com pegada pop de Gabriel Wickbold

Gabriel Wickbold é uma daquelas figuras com mentes inquietas. Sempre explorando novas técnicas, o aclamado fotógrafo paulistano recorre a métodos nada convencionais para alcançar os efeitos desejados. O resultado são imagens esteticamente exuberantes que pouco recorrem à edição digital na pós-produção e que guardam reflexões sobre a relação do homem com a natureza e a tecnologia.

O virtuosismo fotográfico com pegada pop de Wickbold ficou conhecido por meios de séries como Sexual colorsSans tacheNaïveI am on-line e I am light. Uma amostra de seus numerosos trabalhos ao longo dos 12 anos de carreira ficarão expostos a partir de hoje na galeria Divino Quadro.

Paralelamente à exposição, o fotógrafo aproveitará para lançar na capital, onde vem pela primeira vez, o livro autointitulado com cinco capas diferentes. Cada uma delas faz referência a uma de suas séries. No caminho criativo, ele parte da experimentação para, depois, desenvolver um conceito. “Tem um processo de inspiração, criação e transformação. Todas as minhas séries têm uma técnica. Começo com um recorte diferente. A partir dessa técnica, eu levanto uma discussão”, comenta Gabriel.

Embora sua estética seja repleta de cores vibrantes e de efeitos visuais, Gabriel Wickbold explica que, em boa parte das fotos, o trato é mais artesanal, encerrado no clique. As narrativas imagéticas são contadas por meio de elementos da natureza, luzes, tintas, cabos, e o que mais surtir efeitos gráficos interessantes.

A primeira série foi Sexual colors, de 2008. “A parte líquida da tinta representa uma volta das sensações humanas, da transpiração, da lágrima, do gozo, do sangue”. Depois, lançou Naïve (ingênuo), em 2012. “Quis dar o nome de ingênuo, pelo fato de homem se sentir superior à natureza. Coloquei o homem na imagem, e a partir dele nascem diversos elementos da natureza. Plantas, insetos, partes de animais. Eu quis colocar só a cabeça, porque ela representa essa ganância.”

Em 2016, fez I am on-line. “Sobre como sufocada está nossa vida por conta do excesso de conectividade” Na sequência, em 2018, está I am light. Nela, está a ideia de que não precisamos de nada externo para ser feliz. Tudo da gente. A ideia da série foi transformar os modelos numa explosão de luz. No universo de possibilidades”, analisa

“Estou me inspirando cada vez mais nos processos à mão, fazendo do artista parte da composição. Trabalho diretamente com os modelos. Cada vez mais tenho me inspirado no homem, em suas reflexões, seus encontros, seus problemas. E tenho transformado isso na minha busca, em como encontrar essas respostas para transformar, para a gente se entender mais do que qualquer outra coisa. E assim, criar uma discussão que vá nos transformar como ser humano”, pondera.

Fotografia, imagem e outros apelos artísticos auxiliam o tratamento de pacientes na rede hospitalar

Com atividades lúdicas e artísticas, o Museu da Fotografia Fortaleza (MFF) proporciona momentos criativos aos pacientes para amenizar a espera e o tratamento.

Pinturas e fotografias estão entre as atividades artísticas desenvolvidas por meio do projeto Museu nos Hospitais, uma iniciativa do Museu da Fotografia

Poucas situações tiram o sossego de um adulto minimamente sensível como a dor de uma criança. Acompanhar os pequenos quando estão doentes é oportunidade, para os pais e demais responsáveis pela infância, de experimentar empatia e conhecer a própria resistência diante de situações-limite. No sentido de aliviar essa vivência, o casamento entre a arte e os tratamentos de saúde tem crescido e se tornado um lugar comum dentre os espaços terapêuticos e de atendimento médico.

O projeto Museu nos Hospitais, que teve início no último mês de março, se insere nesse contexto delicado. Por meio dele, educadores do Museu da Fotografia Fortaleza (MFF) apresentam imagens, pintura, dentre outras linguagens artísticas nas tardes de terça a sexta-feira, aos pacientes atendidos pelos diversos setores do Hospital Infantil Luís França (Centro).

A partir desta semana, a ação se expandiu para outro espaço de saúde na Região Metropolitana de Fortaleza: o hospital Ana Lima, em Maracanaú (CE). Em julho, mais uma unidade de saúde será atendida. O projeto acontece em parceria com o plano de saúde Hap Vida e procura, basicamente, estimular o contato entre as crianças, a imagem e outras artes, de forma lúdica . “As oficinas aqui são voltadas para imagem e fotografia, mas a gente também relaciona com outras linguagens artísticas. É uma ação arte-terapêutica. Além de distrair as crianças nas salas de espera, dentre outros locais de atendimento no hospital, ajuda a desenvolver a criatividade”, situa Keli Pereira, coordenadora do Núcleo Educativo do MFF.

Os educadores circulam pelo hospital e envolvem pequenos pacientes, em diversas situações de atendimento, a exemplo das salas de triagem e enfermarias. Algumas estão internadas, outras aguardam consultas de rotina. “Tem crianças tomando medicação, outras na internação. Algumas só estão esperando serem atendidas, então a gente faz alguma atividade mais rápida”, detalha Keli.

Segundo a educadora, integrar arte e saúde é algo que “anda bem junto” e traz qualidade de vida para todos os envolvidos no tratamento infantil: a criança, os adultos responsáveis e a equipe médica.

Oncologia

Júlia Cunha, enfermeira do setor de oncologia do Luís França, tem impressão similar e olha para os benefícios da ação entre seus pacientes, as crianças com câncer. Ela observa que, durante a internação, os pequenos se ausentam da rotina escolar e as atividades artísticas compensam, em parte, a perda temporária dessa interação.

“Com a quimioterapia, elas ficam sem imunidade pra frequentar a escola. Nem toda mãe tem a iniciativa de pegar um desenho e interagir com o filho. Então, a atividade do Museu acaba resgatando o sorriso delas, a comunicação, o colorido”, detalha Júlia.

A enfermeira reflete que a intervenção artística alivia a tensão que existe no ambiente de internação. “E a criança sente muito tudo isso. A gente mente se disser que não sente. O câncer é uma doença grave, é quimioterapia. Se exige muito dos pacientes. Mas com a arte, a gente vê elas mais felizes, mesmo na dificuldade”, observa.

Iniciação

Numa das salas de espera do Luís França, Thalya Mendes, de apenas 6 anos, viu uma máquina de fotografia digital pela primeira vez. Antes, ela só havia experimentado tirar fotos no celular e, com toda a sinceridade peculiar à infância, declara à reportagem como gosta de fazer fotografia. “E eu também gosto de pintar, qualquer coisa”, resume.

Dividido entre a mesma máquina fotográfica e a pintura de desenhos de animais, paisagens, dentre outras figuras, Adriel Pereira, 6, observava que “fiz umas fotos aqui, que a tia (uma das educadoras do Museu) me pediu. Também pinto todo tipo de coisa, aqui e na escola”, descrevia o menino, concentrado nas atividades artísticas. “Ele é doido por arte. Diz que vai ser artista”, complementa a mãe, Karine Pereira (27).

Além de amenizar o fardo do hospital dentre os pacientes infantis, a ação do MFF, para Anderson Nascimento, superintendente da rede hospitalar do Hap Vida, pode ter desdobramentos na vida das crianças além do ambiente terapêutico.

“Quando você tira o foco da internação, e traz elas pra imaginação, pro sonho, isso tem muitos benefícios. Se criam vários horizontes na vida dessa criança, a partir de um momento de dor pra ela”, reflete.

Projeto de fotografia leva oficinas culturais a escolas municipais de Piraí e Pinheiral

Evento acontece entre segunda e quarta-feira (nos dias 10 a 12). Estudantes irão refletir sobre o futuro utilizando a foto como ferramenta de aprendizado.

Alunos de escolas municipais de Piraí e Pinheiral participam de oficina de fotografia

Escolas municipais de Pinheiral e Piraí, no Sul do Rio, recebem o projeto gratuito “FotoArte” entre segunda e quarta-feira (nos dias 10 a 12). A ideia é ajudar as pessoas a enxergar o espaço onde vivem com outros olhos e mostrar o poder que a fotografia tem de transmitir mensagens ao mundo e mudar realidades.

Segunda e terça o projeto chega a Pinheiral; terça e quarta é a vez de Piraí. Parte da aula acontecerá dentro do caminhão da fotografia, onde os alunos vivenciarão o funcionamento do interior de uma câmera fotográfica. Depois de aprenderem sobre a formação da imagem, eles serão os fotógrafos, retratando um “caminho para o futuro”, junto com uma legenda, o que compõe uma exposição na escola ao final do projeto.

Com um celular, cada participante vai fotografar o que representa o futuro para si. Eles também produzirão uma legenda sobre o tema. As imagens serão impressas e entregues aos novos fotógrafos.

Confira o cronograma completo

  • Escola Municipal Rosa Conceição Guedes

Datas: 10 e 11 de junho de 2019

Endereço: Rua Chicó Mendes, 116, Parque Maíra, Pinheiral/RJ

  • Escola Municipal Lúcio Mendonça

Datas: 11 e 12 de abril de 2019

Endereço: Rua Roberto Silveira, 25, Centro, Piraí/RJ

A Principal rede social de Fotografia: O “Instagram”.

Todo mundo fala sobre e todo mundo usa. Mas o que é o Instagram ? Instagram é uma rede social de fotos para usuários de Android e iPhone. Basicamente se trata de um aplicativo gratuito que pode ser baixado e, a partir dele, é possível tirar fotos com o celular, aplicar efeitos nas imagens e compartilhar com seus amigos.

Logo/Marca Instagram

Instagram é uma rede social online de compartilhamento de fotos e vídeos entre seus usuários, que permite aplicar filtros digitais e compartilhá-los em uma variedade de serviços de redes sociais, como Facebook, Twitter e Tumblr . Originalmente, uma característica distintiva era a limitação das fotos para uma forma quadrada, semelhante ao Kodak Instamatic e de câmeras Polaroid, em contraste com a relação a proporção de tela de 16:9 tipicamente usada por câmeras de dispositivos móveis. Contudo, desde a versão 7.5, lançada em agosto de 2015, podem ser enviadas mídias em qualquer proporção. Os vídeos foram permitidos na rede em junho de 2013, com um limite de 15 segundos e uma resolução fixa de 640×640; desde julho de 2015, permite-se o envio de vídeos em 1080p, e pode-se também publicar gravações de até 60 segundos, desde janeiro de 2016.

brasil?

O Brasil está entre os três primeiros países nos quais as pessoas ficam mais de nove horas por dia conectadas à internet, de acordo com o relatório Digital in 2018, realizado pelas empresas We Are Social e Hootsuite. O estudo mostrou também que os brasileiros ficam, em média, três horas por dia nas redes sociais, o Instagram é a preferida.

Apesar de ser a quarta rede social mais usada no Brasil, o app dos Stories é o preferido por cerca de 47% dos jovens brasileiros, de acordo com o levantamento feito pela Cuponation com jovens de 17 a 25 anos. A média de tempo de uso do Instagram é de 1h30 por dia.

Chuva de likes

Em um cenário em que 62% da população brasileira está conectada, a rede social com mais usuários é o Facebook, cerca de 130 milhões, segundo a Rock Content.

No mundo, são quase um milhão de pessoas usando as redes sociais, de de acordo com o levantamento mais recente da eMarketer. Neste contexto, o Facebook também está em primeiro lugar em número de usuários — 16% da população está na rede social, o segundo lugar é o Youtube, com 13,15%.


Fotografia noturna é tema de exposição coletiva no Itaú Cultural

Mostra integra programação do 5º Fórum Latino-Americano de Fotografia de São Paulo

Cerca de 300 cliques noturnos compõem “Ainda Há Noite”, exposição que o Itaú Cultural inaugura nesta quarta (12).​

Afiliada ao 5º Fórum Latino-Americano de Fotografia de São Paulo —que, de quinta (13) ao domingo seguinte, 16, tem uma programação de palestras e debates sobre o suporte—, a mostra organizada por Claudi Carreras e Iatã Cannabrava explora aspectos da identidade da região que se tornam visíveis justamente nas horas escuras do dia.

Entre os tópicos abordados pelos dez fotógrafos participantes, estão assuntos como liberdade e controle —discutido, por exemplo, em “Píxeles”, série do argentino Alejandro Chaskielsberg que brinca com a onipresença dos smartphones hoje— e a violência.

O último, aliás, é o tema mais recorrente entre os projetos exibidos. É o caso de “Chile 874”, parceria de Chaskielsberg e Cristóbal Olivares que registra os protestos da população chilena contra o governo entre 2011 e 2013 —874 foi o número de estudantes presos em um único dia.

Também na série “História Natural do Silêncio”, do colombiano Jorge Panchoaga, o assunto aparece. Suas imagens retratam o impacto da economia do narcotráfico sobre pessoas carentes em todo o território do país.

Imagem da série ‘Purgatório’, de Ignacio Iturrioz, que integra a coletiva ‘Ainda Há Noite’, no Itaú Cultural

Confira, abaixo, a programação do encontro. Para participar das conversas, basta retirar seu ingresso uma hora antes.


5º FÓRUM LATINO-AMERICANO DE FOTOGRAFIA DE SÃO PAULO

– Fórum Escuta, com Andrea Josch (Chile), Daniel Sosa (Uruguai), Guadalupe Lara (México), João Kulcsár (Brasil) e Tiago Santana (Brasil), de 14h30 às 17h30, piso 2

– Palestra com o doutor em psicologia e colunista da Folha Contardo Calligaris, de 18h às 19h30, sala Itaú Cultural

– A Realidade e Suas Narrativas Ficcionais, com Azu Nwagbogu (Nigéria), Jaime Abello (Colômbia) e Verônica Stigger (Brasil) e mediação Claudiney Ferreira, de 20h30 às 22h30, sala Itaú Cultural

14/6

– Reunião da Rede de Produtores Culturais da Fotografia no Brasil (RPCFB), 10h às 12h30, sala vermelha

– Fórum Escuta, com Andrea Josch (Chile), Daniel Sosa (Uruguai), Guadalupe Lara (México), João Kulcsár (Brasil) e Tiago Santana (Brasil), de 14h30 às 17h30, piso 2

– Apresentação de Festivais, com representantes do Festival de Fotografia de Paranapiacaba (Brasil), Festival Gabo (Colômbia), Felifa – Festival de Libros de Fotografía (y Afines) (Argentina), FIFV – Festival Internacional de Fotografía de Valparaíso (Chile) e Festival de Fotografia de Tiradentes – Foto em Pauta (Brasil), de 14h30 às 17h30, piso 2

– Un Abrazo Latinoamericano, conversa entre Octavio Santa Cruz (Peru) e Rosana Paulino (Brasil), de 18h às 19h30, sala Itaú Cultural (piso térreo)

– Do Pop Latino ao Universo Simbólico Andino, conversa entre Freddy Mamani (Bolívia) e Marcos López (Argentina), de 20h30 às 22h30, sala Itaú Cultural

15/6

– Apresentação de Festivais, com representantes do Valongo Festival Internacional da Imagem (Brasil), Festival Internacional de Fotografía Foto México (México), FestFoto – Festival Internacional de Fotografia de Porto Alegre (Brasil), Lagos Photo Festival (Nigéria), Jornadas – Centro de Fotografía de Montevideo (Uruguai) e Solar Foto Festival (Brasil), de 14h às 17h30, sala vermelha

– Amor e Arte Acima de Qualquer Algoritmo, conversa entre Angela Berlinde (Portugal), Anna Muylaert (Brasil) e Maya Goded (México), de 18h às 19h30, sala Itaú Cultural

– Ainda Há Noite, conversa entre os curadores Claudi Carreras (Espanha) e Iatã Cannabrava (Brasil) e os fotógrafos que integram a coletiva, de 20h30 às 22h30, sala Itaú Cultural

16/6

– Plenária do Fórum Escuta, com Andrea Josch (Chile), Daniel Sosa (Uruguai), Guadalupe Lara (México), João Kulcsár (Brasil) e Tiago Santana (Brasil) e mediação de Maíra Gamarra (Brasil), de 11h às 12h30, sala Itaú Cultural

Av. Paulista, 149, Bela Vista, região central, tel. 2168-1777. Ter. a sex.: 9h às 20h. Sáb. e dom.: 11h às 20h. Até 11/8. Livre. Abertura qua. (12), às 20h. GRÁTIS