Fotografia publicitaria

Fotografia publicitária é um mercado que não para de crescer e que atrai cada vez mais fotógrafos.

Não existe a menor dúvida sobre a necessidade de boas fotos para atrair clientes.

Com o avanço das redes sociais como influência na escolha do consumidor, isso se torna bem óbvio.

Nela o trabalho é idealizado e realizado com o objetivo de vender, divulgar ou conscientizar o público sobre um determinado assunto.

Quem nunca foi impactado com uma imagem de produto na timeline e ficou com muita vontade de provar?

Foto Jornalismo

Já ouviu falar daquele ditado: “Uma imagem vale mais do que mil palavras”? Talvez essa frase seja a melhor explicação para o conceito de fotojornalismo.

Para muitos, o jornalismo tem a função de relatar fatos importantes à sociedade e nos ajudar a sermos cidadãos e seres muito mais conscientes e integrados.

Nessa missão, a fotografia é uma das áreas mais importantes para o bom jornalismo. Ela dá cor e imagem às notícias e ajuda a compreender as situações de forma mais completa, trabalhando em parceria com as palavras.

Aliás, em muitos casos, somente o trabalho do fotojornalista pode possibilitar a compreensão de um fato com sentimento e realidade.

Zooming (Lentes)

A diferença que a distância e a lente usada criam numa fotografia é visível nas fotografias deste gato.

A escolha da lente pode ter um grande impacto na forma como a fotografia, oou rosto da pessoa fotografada fica, e como o seu peso é retratado.  

Estas fotografias são todas do mesmo gato, e o resultado é apenas modificado pela combinação das diferentes distâncias e pelas 4 lentes.

As combinações variam entre 29mm a 30 cm, e 105mm a 3.7m.

A fotografia de Heresia (Djonga)

O álbum do cantor “Djonga” foi um completo sucesso em meados de 2017. Ele foi liberado por completo em 13 de março de 2017, pela GravadoraCEIA Ent; e obviamente de RAP.
Este álbum carrega no seu íntimo um profundo peso com a realidade, ele relata a todo tempo, um clima hostil e tenso. Djonga relata seu cotidiano cristalizando uma forte habituação com o clima hostil, enfatizando uma certa sujeira na alma de São Paulo.
A forma no qual a “sujeira” de São Paulo penetra a melodia é perceptível, em suma a dor na voz do artista.

A fotografia do álbum de tema tenso e também narcísico, faz total sentido no contexto de recuperação da autoestima negra; o que é constantemente de batido nas canções. Uma forma de sobrevivência em meio a injustiças não obstante o esgoto da corrida rotina metropolitana.

Brasil: “o corpo está explodindo” contra a repressão de Bolsonaro

Os movimentos de resistência “feminista, negro e LGBT” estão em foco no projecto de Filipe Ávila. Esta sexta-feira assinala-se o Dia Internacional contra a Homofobia e Transfobia.

Felipe Avila – Corpo Presente

Quando Jair Bolsonaro assumiu o poder, em Outubro de 2018, a violência física e verbal contra os membros das comunidades minoritárias tornou-se “autorizada”. “Em consequência”, explica o fotógrafo brasileiro Felipe Ávila, “as organizações não-governamentais de proteção dessas minorias tornaram-se mais ativas e reativas e a arte que se produz no Brasil está cada vez mais politizada”. O fotolivro do paulista, intitulado, Corpo Presente uma obra de forte carga política, foca-se precisamente na resistência desses grupos à repressão estatal e utiliza, como ponto de partida, as expressões corporais dos cidadãos em espaço público.

As imagens que compõem o projecto, realizadas em protestos e em celebrações nas ruas de São Paulo, revelam paisagens humanas díspares; se, por um lado, vemos pessoas que expressam livremente ideias e opiniões e que utilizam o corpo como veículo dessas mensagens de liberdade, por outro vemos pessoas completamente cobertas, que usam máscaras para se protegeremcontra o poder musculado de Bolsonaro, personificado pelas forças policiais, altamente militarizadas. Foi, aliás, essa dialéctica que aguçou a curiosidade de Felipe.

A eleição de Bolsonaro no Brasil “é um reflexo do que se passa no resto do mundo”, opina o fotógrafo. O conservadorismo, que na visão de Felipe tem origem numa visão ocidentalizada do mundo, está a alterar as dinâmicas sociais e a colocar em perigo as minorias no país. “Bolsonaro está a alterar a legislação de forma a desproteger esses grupos. Os efeitos dessas mudanças começam a tornar-se visíveis, mas ainda é cedo para percebermos a extensão dos danos da sua legislatura.” Os movimentos de resistência “feminista, negro e LGBT [lésbicas, gays, bissexuais e transgênero]” estão em foco no projeto de Ávila.

Na opinião de Felipe, este é o momento de os brasileiros reagirem, começarem a ter consciência das limitações que lhes são impostas pelo exterior e de recuperarem o controlo, “a liberdade”. “O corpo está explodindo”, diz, metaforicamente. “As pessoas já não aguentam mais que lhes digam o que podem ou não fazer com o próprio corpo. É o aborto, o uso de drogas, as intervenções no corpo… Não queremos mais que o Estado, a polícia, as instituições, o mercado ou outras pessoas mandem no nosso corpo. Queremos fazer o que quisermos com ele.”

Como utilizar a sequência de Fibonacci em suas fotos?


A sequência de Fibonacci foi descoberto por Leonardo Fibonacci  por volta do ano 1200, sendo também conhecido como a proporção divina ou número de ouro. Fibonacci apercebeu-se que existia um rácio matemático absoluto que surgia muitas vezes na natureza, uma espécie de ordem universal que desenha a natureza e que a faz ao olho humano, natural e bela. Desde a Renascença que pintores, escultores e arquitetos baseiam as suas obras neste princípio.

Quando aplicada no enquadramento da fotografia, essa razão surte efeitos esteticamente agradáveis. Assim como a regra dos terços, funciona como um imã para que os olhos dos observadores sejam automaticamente guiados para onde você quer. A razão de Fibonacci é semelhante à regra dos terços, entretanto ao invés de utilizar a razão de 1:1:1, utiliza-se 1:1.016:1. Da seguinte forma:

Fotografia de um gato, aplicada á sequência de Fibonacci.

É possível observar a repetição desta regra na natureza, em plantas, fósseis animais, nuvens, na água quando não está em movimento, dentre outras.

Da criatividade ao registro

Você não sabe como tirar aquelas fotos criativas ? Bem isto é normal devido a nossa mente, as vezes ela não consegue achar um padrão exato para dar aquela ótima ideia, temos um bloqueio e nao vem nenhuma ideia em nossa cabeça.

Algumas dicas que vou listar aqui ira ajudar tanto na criatividade da imagem:

1- Use objetos ao seu favor: Utilize os objetos comuns, coisas que estão com você, ou que possa acrescentar a hora de criar seu cenário. Não se limite, procure na bolsa, ou nos bolsos, e utilize tudo que der.

2- Aproveite o ambiente ao seu favor, use aquela paisagem que te agrada pegue ao seu favor para os melhores clics.

3- Mude o ângulo: É uma dica simples, foto de cima para baixo, de baixo para cima, de cabeça para baixo, Enfim fuja daquilo que é considerado comum.

Veja quem são os vencedores do Prêmio Olhar Brasília de Fotografia

Nas categorias amador e profissional, 6 fotos foram premiadas. Cerca de 40 irão participar de exposição.


Vencedor do Prêmio Olhar Brasília – Menção honrosa, categoria profissional — Foto: Vinícius Santa Rosa

O Prêmio Olhar Brasília de Fotografia divulgou os nomes dos seis vencedores nas categorias amador e profissional. O concurso, que celebrou os 59 anos da capital, convidou os moradores para que registrassem – em imagens – o amor pelo “quadradinho”.

Foram cerca de 500 inscrições de moradores de várias regiões do DF. Eles usaram máquinas fotográficas ou o telefone celular para fazer os registros.

Além das fotos premiadas, 40 imagens irão para uma exposição, em junho, no Venâncio Shopping. No segundo semestre, de acordo com as organizadores do prêmio, a mostra vai percorrer as unidades do Sesc no Distrito Federal.

Conheça os vencedores


Categoria profissional

  • Francisco Saldanha, 1º lugar
  • Gustavo Moreno, 2º lugar
  • André Luis Abrahão, 3º lugar
  • Mensão honrosa: Vinícius Santa Rosa (primeira foto)


Categoria amador

  • Diovane Zica Ferreira, 1º lugar
  • Thiago Barreto Braga, 2º lugar
  • Dilton Alves Café Filho, 3º lugar


Vencedor do Prêmio Olhar Brasília – 1º lugar categoria amador com uma imagem de Águas Claras — Foto: Diovane Zica Ferreira

Movimento por Brasília

O Olhar Brasília de Fotografia marca a temporada 2019 do movimento ‘Mexeu com Brasília, Mexeu Comigo’, que foi abraçado por centenas de brasilienses nos últimos dois anos.

O site que leva o mesmo nome do concurso, foi criado pelas jornalistas Marcia Zarur e Samanta Sallum. Lançada em junho de 2017, a proposta se transformou em um movimento incorporado pelos moradores do DF, o “Mexeu com Brasília, Mexeu Comigo”

No último dia 9 de maio, um evento no Museu da República marcou a entrega do Premio Olhar Brasília de Fotografia. Cerca de 30 fotos, de todas as regiões do DF, foram projetadas na cúpula do museu.

Além das imagens premiadas, 40 fotografias irão para uma exposição, em junho, no Venâncio Shopping. Já no segundo semestre, segundo as organizadores do prêmio, a mostra irá percorrer unidades do Sesc no Distrito Federal.


Vencedor do Prêmio Olhar Brasília – 2º lugar categoria amador com uma imagem de Samambaia — Foto: Thiago Barreto Braga

Fotografia em Preto e Branco de Qualidade

O primeiro retrato da humanidade foi tirado em 1826, ele foi captado pela câmara de Niépce em tons acinzentados, conhecida como fotografia em preto e branco. Foi somente lá pelo ano de 1861 que a fotografia colorida surgiu com o físico James Clerk Maxwell, no entanto, ficou conhecida somente por meados de 1907.

Atualmente, “tirar fotos” virou algo normal no cotidiano das pessoas, mas, dá para imaginar que antes de 1826 as pessoas nem sabia o que era isso?

No começo de tudo, as fotos eram todas em preto e branco, contudo, a sua resolução não era das melhores, afinal, não haviam equipamentos de ponta e muito menos técnicas para adaptar na captura da imagem.

Ao contrário do que se pensa, a fotografia em preto e branco nunca saiu de moda, ela ainda retrata estabilidade, equilíbrio e de certa forma, elegância.

Como tirar uma fotografia em preto e branco?

Produzir imagens monocromáticas de qualidade não e tão simples como parece, é fundamental se concentrar nas formas, luzes, texturas e contrastes.

As fotos contam histórias, elas podem retratar pensamentos e até mesmo evidenciar um tema em específico. É fundamental eleger um assunto para tirar uma fotografia em preto e branco, desse modo, o seu projeto ficará mais interessante. No entanto, isso não é o suficiente, observe os seguintes pontos:

– Textura – O preto e branco combina com coisas mais intensas como a natureza e rusticidade. Quando se fala de pessoas, a maturidade, ou frescor da delicadeza também são bem representados.

– Formas – Simetrias e estilos diferenciados caem bem em fotos preto e branco, sobretudo, beldades da natureza, ondas do mar, flores, montanhas.

– Linhas – Muito usado na arquitetura para fotografar prédios, ruas, calçadas.  Nessas imagens o que menos importa são as cores, mas sim a sua intensidade. Procure uma cena em linha reta, mesmo que elas sejam paralelas ou diagonais, o objetivo é que a imagem não fique sem graça.

– Padrões – Os repetitivos são apropriados para um retrato em preto e branco;

Luan Vieira

Como Fotografar em um ambiente à luz de velas

Muitos são os apaixonados pela fotografia: se é adepto desta arte e utiliza a câmara fotográfica como uma extensão da sua memória, tenha sempre em mente que um bom ângulo não é o suficiente para um registo bem feito. É preciso praticar, e muito, as técnicas, para conseguir obter resultados perfeitos, que podem ser artísticos — boas angulações, composições e outros itens —, ou puramente informativos (quando apenas expõe o que viu). Um bom desafio para qualquer fotógrafo ambicioso, é fotografar um ambiente à luz de velas: vamos a isso?

A iluminação é a chave de tudo

Uma das primeiras opções de quem deseja fazer parte do mundo da fotografia é dar importância ao conhecimento analógico, ou seja, perceber como funciona uma máquina fotográfica, independentemente de todas as facilidades digitais, tão acessíveis nos dias de hoje. As técnicas não são difíceis, mas requerem exercícios frequentes. Tudo na fotografia começa e termina com a luz. E quando se trata de fotografar velas ou de ambientes com esse tipo de iluminação, esse propósito fica ainda mais evidente.

Como acontece o click

Comece por ajustar a sua câmara fotográfica para o modo “manual”. No visor, surgirão os níveis do diafragma e do obturador. Veja a seguir as funções de cada um e a sua importância na hora de tirar uma boa fotografia de uma vela ou de um ambiente com essa luminosidade.

  • Diafragma: a lente da sua câmara tem um dispositivo interno que se abre e se fecha. Quanto mais fechado estiver o diafragma, menos luz será registada; quanto mais aberto, mais luz vai passar. No caso de um ambiente à luz de velas, sabe-se que a iluminação local é branda. Por isso, o diafragma da máquina deve estar com uma abertura grande, para que as nuances da iluminação das velas sejam bem visualizadas. Ajuste para 5.6, no mínimo. Quanto mais baixo for o número, maior será a abertura do diafragma e mais luz ambiente será registada na fotografia.
  • Obturador: controla a velocidade do diafragma; esse é o click. Quanto mais rápido o diafragma se fechar, menos luz entrará. Quanto mais lento, mais luz passará. Levando-se em consideração que a luminosidade de um ambiente à luz de velas é baixa, é preciso que o obturador da câmara esteja ajustado para uma velocidade um pouco mais lenta. Regule para 1/80 no mínimo, mas leve em consideração os efeitos que uma velocidade lenta pode causar, verificando o item a seguir. 

Efeitos

Obturador: velocidade lenta

Se o diafragma da máquina demora a ser fechado, mais luz e movimentos serão passados para a foto. São muitas frações de segundos que, registadas pela câmara, causam um efeito de rastreamento. Ou seja, o assunto principal da fotografia fica com uma continuidade de luz e movimentos. É um efeito bonito para se fotografar velas. Para obtê-lo, configure o obturador para 1/50. É importante saber que velocidades lentas causam fotos tremidas. Por isso mesmo, é sempre bom ter um tripé. Com ele, pode ajustar o obturador para as velocidades mais lentas possíveis, e criar um efeito tão bonito quanto uma pintura a óleo.

Obturador: velocidade alta

Se o diafragma se fecha rapidamente, menos luz entrará. Isso causa um efeito de congelamento na foto. Um bom exemplo desse efeito são as fotos de água corrente, com as gotículas que saltam. Com o congelamento, é possível visualizá-las claramente. Se fosse uma velocidade lenta, as gotículas seriam visualizadas como se fossem fumaça em torno da água. Se o objetivo é registar um ambiente à luz de velas sem efeitos visuais causados pela câmara, mantenha o obturador numa velocidade alta: de 1/80 para cima.

Flash?

Se não quer descaracterizar o charme de uma vela ou de um ambiente com essa luminosidade, a resposta é não. O flash, como o próprio nome indica, tem a função de produzir luz intensa e instantânea, alterando a identidade visual do assunto a ser fotografado. Se optar por usar o flash, é muito provável que o ambiente fique com uma tonalidade demasiada branca, diferenciando-se dos tons quentes e amarelados da iluminação das velas. Tente não usar o flash, salvo se souber configurá-lo para uma posição mais fraca do que a luz do ambiente em causa (pode ser difícil para quem não tem muita experiência). Se o ambiente estiver muito escuro, aumente o ISO (sensibilidade da máquina à luz ambiente). É importante ressaltar que, quanto maior for o ISO, maior será a granulação da fotografia e isso acontece porque a máquina ativa um sensor muito potente.

E se eu quiser manter a câmara no modo “automático”?

Se essa for a sua opção, não será necessário a verificação do diafragma, nem do obturador. Porém, a fotografia certamente não terá um registo fiel da luminosidade do ambiente, mas antes um registo daquilo que a câmara julga ser o correto, por consequência, isso pode causar a sensação de uma fotografia artificial por parte de quem vê. A ideia de fotografar um ambiente à luz de velas é justamente proporcionar ao espectador a impressão de estar lá. Pronto para começar?

Luan Vieira